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VAGA CONQUISTADA, VOLTAMOS AO FOCO:BRASILEIRÃO.

TORCEDORES DO GALO PRESENTES NO ESTÁDIO EL CAMPÍM, NA COLOMBIA.


SULAMERICANA: Mais um jogo entre Atlético e o Santa Fé. Mais um jogo de péssimo nível técnico.

Primeiro tempo sofrível. Como disse antes, O time colombiano não tem proposta alguma. Sai para o ataque de qualquer maneira, e se defende como pode. Fazem o que podem. Sem conjunto, tentaram na individualidade de alguns jogadores, vencer o jogo.
O Atlético se comportou muito bem na partida. Levando-se em conta que fomos com o time reserva e somente 3 jogadores no banco.

O Atlético construiu a vantagem em casa. Não podemos exigir muito daquele time que entrou em campo ontem. Podemos exigir que eles, os jogadores, lutem até o fim.Podemos exigir que acreditem. E, eles lutaram, brigaram até o fim. Nada especial. Mas, vamos reconhecer o valor da classificação de ontem, até porque, a prioridade é o Campeonato Brasileiro.

Destaque para Ivan Izzo, auxiliar do Dorival Junior, que comandou o time ontem, para Lima e Cárceres, que jogaram muito ontem.

E o Renan Ribeiro heim? A cada jogo do Atlético, a torcida se pergunta: Porque o outro treinador (não vou citar mais o nome dele neste espaço) não o colocou para jogar? Engraçado é que, ele escalou todos os goleiros disponíveis do elenco, menos a jovem promessa. Porque será?Será porque o outro treinador não tinha vínculos empresariais com o jovem goleiro? Será que o Renan Ribeiro não quis pagar para jogar? Agora não importa mais. O importante é o Atlético tem uma jóia nas mãos. Claro, tem que mostrar muito ainda, mas, pelas atuações, brevemente deixará de ser uma promessa e virará uma realidade. Quantos pontos perdemos neste Campeonato por culpa dos goleiros? Agora, não adianta chorar o leite derramado.

Que venha o Palmeiras.

NOTA 01: Diego Tardelli está de volta. Uma lesão na coxa direita o deixou no DM por 3 semanas. Grande reforço para o clássico.



NOTA 02: O STJD denunciou mais uma vez o meia Diego Souza. Desta vez pelo gesto feito na vitória contra o Corinthians. Para o tribunal, foi gesto obsceno. O quê?
Explico: o gesto citado, nada mais é que o símbolo da Galoucura. O bicho pegando no Campeonato, e o tribunal preocupado com gesto de jogador.

NOTA 03: Nosso eterno ídolo, Olé Marques, finalmente vai fazer seu jogo de despedida. Certeza de uma linda festa. Vai ser na reabertura do Independência. Quando?
Ninguém sabe ainda.


NOTA 04: Arbitragem para o Clássico: A diretoria azul pediu e foi prontamente atendida. O mineiro Sandro Meira Ricci (DF) vai apitar a partida. Os Auxiliares confirmados também: Guilherme Dias Camilo e Márcio Eustáquio Santiago (MG).
Um recado ao presidente: Por favor, depois não vá a imprensa reclamar da arbitragem.


SUB 23: O time Sub-23 do Atlético goleou o Palmeiras por 4 a 1, neste Domingo, no Estádio Alfredo Chiavegato, em Jaguariúna/SP, pela última rodada da fase classificatória da Copa Sub-23. Os gols foram marcados por Rafael Souza, Nikão, Jackson e Joedson. A equipe alvinegra está na liderança do Grupo B, com nove pontos, e está praticamente garantida nas semifinais da competição, mas aguarda a realização dos últimos jogos para confirmar a classificação e conhecer o próximo adversário.
O técnico Rogério Micale colocou em campo a seguinte formação: Paulo Vitor; Felipe, Sidimar, Jemerson (Cácio) e Soutto; Bruno (Pavão), Joedson, Nikão e Alex; Jackson e Rafael Souza (Felipe Augusto).

CATEGORIAS DE BASE: Os times infantil e juvenil do Atlético tiveram um sábado bastante positivo pelo hexagonal final do Campeonato Mineiro. Em clássicos válidos pela terceira rodada, o infantil venceu o Cruzeiro por 2 a 1, enquanto o juvenil derrotou o mesmo rival por 1 a 0. Os dois jogos foram disputados no Campo do Pingo de Ouro, em Capim Branco. Nas duas categorias, o Atlético lidera esta fase final da competição. Os times infantil e juvenil venceram os três jogos disputados até o momento.
Na partida do infantil, o time atleticano abriu o placar aos 13 minutos do primeiro tempo, com Zé Alberto. Na segunda etapa, o atacante Carlos fez 2 a 0, aos 15 minutos. No final do jogo, o adversário descontou, mas não impediu o triunfo alvinegro.
Na categoria juvenil, o gol da vitória atleticana foi marcado por Paulo Henrique, aos 23 minutos do primeiro tempo.
Na quarta rodada, o adversário alvinegro nas duas categorias será o América, em jogos que serão realizados no próximo sábado. No hexagonal final, os times se enfrentam em turno e returno. A equipe que somar o maior número de pontos será a campeã.
Escalações:
Infantil: Rodolfo; Igor, Gabriel, Rodrigo e Pedro; Wellington, Juninho, Mucuri (Paulo) e Anderson (Adalto); Carlos e Zé Alberto. Técnico: Ricardo Resende.
Juvenil: Cleysson; Allan (Paulinho), Victor, Igor e Leandro; Acácio, Manchinha, Gustavo (Henrique) e Lucas Cândido; Paulo Henrique (Josimar) e Leleu. Técnico: Diogo Giacomini.

OBS:Aguardem o post especial sobre o clássico.

VAMOS PRA CIMA DELES GALO!!!
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ÊÊÊ GALO BOÊMIO:TÁ NA HORA DE SAIR DA ZONA!!!



SULAMERICANA: Jogo de péssimo nível técnico. Jogo bom para treinar os jogadores que vem atuando, e colocar em atividade os outros que não vem jogando.

O Independiente Santa Fé não veio com proposta nenhuma.

Não jogou fechado. Nem aberto.

Nem passes longos, nem toquinhos de perto.

Será um time de futebol?

Não importa. O Galo impôs seu ritmo, fazendo valer seu favoritismo.

Obina também não se importou, e marcou logo 2 gols.

O Atlético treinou e jogou para o gasto. Acho que 2 x0, a classificação para as Quartas de Final da Sulamericana está garantida. O Santa Fé me parece um time amador. Tanto no aspecto técnico,quanto no aspecto físico.

Valeu pela vitória e pela vantagem obtida.

O Atlético não tem que priorizar competição alguma. È só tomar a decisão certa no momento certo.

Valeu também para começarmos a pensar em uma possível lista de dispensas para o ano que vem: Rafael Cruz, Diego Macedo, Fernandinho, Neto Berola e Ricardo Bueno.

Dinei, jovem da base, já entrou em campo com a gola da camisa levantada. Baixa a gola menino.

Renan Ribeiro continua firme. Mostra o seu valor a cada jogo e provando o empresariado do Sr. Vanderlei Luxemburgo.



FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO 2 x 0 INDEPENDIENTE SANTA FE

Motivo: jogo de ida das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana
Data: 13/10/2010 Estádio: Arena do Jacaré Cidade: Sete Lagoas (MG)
Gols: Obina (28’) (62’)
Árbitro: Carlos Manuel Torres Nunez (Fifa-Paraguai)
Auxiliares: Nicolas Adolfo Yegros Arredondo (Fifa-Paraguai) e Milciades Saldivar Franco(Fifa-Paraguai).
Cartões amarelos: Diney, Fernandinho, Neto Berola (Atlético); Jhonier González, Alejandro Bernal, Juan Carlos Quintero (Santa Fé)
ATLÉTICO: Renan Ribeiro; Rafael Cruz, Lima (C), Werley e Fernandinho; Ale, Diney (Diego Macedo), Serginho e Diego Souza; Ricardo Bueno (Neto Berola) e Obina (Jheimy). Técnico: Dorival Júnior.
INDEPENDIENTE SANTA FÉ: Agustín Julio; Sérgio Otalvaro, Carlos Valdés, Jhonnier González e Félix Noguera; Daniel Torres (Salazar), Juan Carlos Quintero, Alejandro Bernal e Mario González (Yulián Anchico); Omar Pérez e Cristian Nazario (Óscar Rodas). Técnico: Nestor Otero.

BRASILEIRÃO:Voltemos a pensar no Avaí. Se é que o Avaí saiu da cabeça dos jogadores e do treinador.

Diego Souza Admitiu ontem que todos só pensam no jogo de Domingo.

Nós, torcedores, também.

È o jogo do ano. Cada próximo jogo é o jogo do ano, a final, a decisão. Se os jogadores não pensarem assim, nós torcedores estamos fritos.

Em caso de vitória, vamos a 31 pontos, ultrapassando o Avaí.

E se o Grêmio Prudente ajudar, ganhando do Vitória, podemos finalmente sair da Zona.

Mas, o pensamento e a atitude dos jogadores não me preocupam mais. O futebol jogado me preocupa.

Dorival injetou ânimo, compromisso e atitude na turma da Cidade do Galo.

Daniel Carvalho, recuperado da lesão na mão, provavelmente joga.

Réver e Jairo Campos, que retornaram de suas seleções, estão garantidos no grupo dos relacionados.

A vitória é obrigação, para quem quer e fala na imprensa que vão tirar o Galo desta situação. Jogando em casa, com apoio da massa, fica difícil segurar o Galo.

CATEGORIAS DE BASE: Os times infantil e juvenil do Atlético tiveram uma terça-feira positiva pelo hexagonal final do Campeonato Mineiro. Em jogos válidos pela segunda rodada, o infantil derrotou o Araguaia por 3 a 0, enquanto o juvenil goleou o Sport por 9 a 1. As duas partidas foram disputadas no Campo do Pingo de Ouro, em Capim Branco. Com os resultados, as equipes infantil e juvenil chegaram aos seis pontos nesta fase final da competição. Na partida de estréia, o infantil venceu o Itaúna por 3 a 0, enquanto o juvenil derrotou o mesmo adversário por 2 a 0.
Na partida desta terça-feira, os gols do infantil foram marcados por Mucuri, Zé Alberto e Carlos. No jogo do juvenil, a goleada alvinegra foi garantida com gols de Leleu (4), Paulo Henrique (3) e Lucas Cândido (2). Na terceira rodada, que será realizada no próximo sábado, o adversário atleticano nas duas categorias será o Cruzeiro.
ESCALAÇÕES: Infantil: Rodolfo; Igor, Gabriel, Andrey e Adalto (Pedro); Welington (Ricardo), Juninho (Paulo), Mucuri (Rodrigo) e Anderson; Carlos e Zé Alberto (William). Técnico: Ricardo Resende.
Juvenil: Cleysson; Allan, Victor (Rodrigo), Igor e Leandro (William); Acácio (Manchinha), Gustavo (Marcos Vinícius), Isaac e Lucas Cândido (Lucas Kattah); Paulo Henrique e Leleu. Técnico: Diogo Giacomini.

NOTA 1: O goleiro Marcelo, contratado junto ao Bahia, teve a rescisão do seu contrato publicada no BID, ontem. Marcelo, atuou em 4 partidas e sofreu 10 gols. Ê Luxemburgo.

NOTA 2: Gostaria muito de saber o porque desta perseguição do Ministério Público ao Presidente do Atlético, Alexandre Kalil. Acontece há tempos. Todas as vezes que o Kalil se manifesta, vem o MP, representado pelo Sr. Baeta, cheio de ameaças. Querem a destituição do Presidente do Atlético. Quem é o MP para tal façanha? Vamos aguardar.

NOTA 3: O Clássico no próximo dia 24 de Outubro, já está gerando discórdia entre os clubes. Mas isso não é novidade. O Atlético alega que o jogo tem que ser disputado na Arena do Jacaré, com torcida única, como foi o primeiro jogo. Eduardo Maluf diz que o Atlético tem os documentos assinados.O Rival vai levar o jogo para o Parque do Sabiá, em Uberlândia e diz que o único acordo é a presença da torcida única. Mas admite repassar 10% da carga total de ingressos para a massa alvi negra. Se não tiver polêmica, não é clássico.
OBS: Após o fechamento do Blog, a CBF confirmou o jogo para o Parque do Sabiá e com torcida única.


Um Abraço para os aniversariantes da semana: Os Cruzeirenses Baiano e Gú; O Americano Betinho e o Grande Atleticano Dimas SWU. Um Abraço pra Cris Toquinho também. Muita saúde a todos.

VAMOS PRA CIMA DELES GALÔ!!!
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GALO FORTE VINGADOR:QUE BOM TÊ-LO DE VOLTA!!!



Esse é o espírito atleticano. Gol aos 48 do segundo tempo e virada na base da raça.
Duas vitórias seguidas. Voltamos a respirar sem a ajuda de aparelhos.

E não é que, nos dias que antecederam o jogão de ontem, surge um tal de Paulinho, jogador do Corinthians, dizendo que eles iam atropelar o Galo?
Pois é, deu no que deu.

O Atlético começou bem. Não tomou gol no início do jogo, como vinha acontecendo. Parece que o Dorival corrigiu este erro. Diego Souza em jogada individual, quase abriu o placar. O Corinthians saiu pro jogo, e quase marcou em 3 lances seguidos. O que o Renan Ribeiro estava fazendo como 3º reserva esse tempo todo? O jovem goleiro salvou o galo em 2 oportunidades claras para o adversário, cara a cara com o atacante, o jovem cresceu e fez duas belas defesas.
Mas, em um lance estranho, um cruzamento da direita, saiu o gol do Corinthians. Em minha opinião, quem falhou foi o zagueiro Lima. Zagueiro não pode marcar a bola. Se ele desse um passo para trás, tirava a bola. E nosso goleiro, na tentativa de salvar, acabou se estranhando com o zagueiro, e a bola sobrou limpa para o tal de Paulinho.
O Galo não se abalou. Voltou para o segundo tempo com Obina no lugar de Diego Macedo. Serginho foi ocupar a ala direita. E em um escanteio, aos 15 minutos, Werley empatou o jogo. A virada era questão de tempo. A Arena do Jacaré lotada, a massa jogando junto. Aí fica difícil segurar o Galo.



E foi aos 33 minutos, veio à virada. Falta na intermediária, Serginho colocou a bola na cabeça de Zé Luis, que só desviou para o fundo das redes, do bom goleiro Júlio César.Loucura total na Arena. Aí, foi só jogar com inteligência, segurando o Corinthians no meio de campo. Eron ainda teve uma chance de ouro, merecia o gol, mas chutou em cima do goleiro.

O Galo fez sua obrigação. Vem conquistando o respeito de volta. Ficou mais uma vez claro, que certos jogadores não queriam Luxemburgo como comandante. Diego Souza jogou bem. Vem crescendo a cada jogo. Vale citar a base do Galo. Disse aqui antes, que quem iria salvar o Galo mais uma vez seriam os jovens da base. Agora tem que ser coração, raça, vontade. Ontem jogaram: Renan Ribeiro, Lima, Werley, Eron, Serginho, Renan Oliveira. Metade do time foi de jogadores da base. Meu tio, Emídio, costuma dizer que se o Galo quiser ser campeão de alguma coisa, tem que ter no time 5 ou 6 jogadores da base. Sempre foi assim.

Tirando a empolgação da vitória de ontem, o Atlético tem que manter a humildade, e essa postura dentro do campo. Pensar e jogar 1 jogo de cada vez. Serão várias batalhas até o fim do Campeonato Brasileiro. Espero e acredito num final feliz.

Parabéns Dorival, Renan Ribeiro, Werley e Serginho. Foi uma vitória da superação, da raça e da vontade de vencer.

E a imprensa mineira colocando o confronto entre Atlético x Adilson? Bom, acabou o assunto né.

E o árbitro ontem heim? Atropelamos ele também. Abre o olho Kalil!

E a expulsão do Fernandinho? Estou até agora sem entender!

A próxima batalha é contra o Internacional, no Beira Rio. Outro Clássico. Outro jogo complicado. O Galo vem numa crescente. O inter perdeu ontem para o Ceará e tem vários problemas para o jogo: D´alessandro, Tinga, Giuliano, Andrézinho e Rafael Sobis são desfalques. Muito bom para o Atlético. Acredito num bom resultado em Porto Alegre.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO 2 x 1 CORINTHIANS
Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 06/10/2010 Estádio: Arena do Jacaré
Cidade: Sete Lagoas (MG)
Gols: Paulinho (43’), Werley (60’), Zé Luis (77’)
Público: 16.967 Renda: R$ 80.185,00
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA)
Cartões amarelos: Diego Souza (Atlético); Danilo (Corinthians)
Atlético
Renan Ribeiro; Diego Macedo (Obina), Lima, Werley e Eron; Alê, Serginho, Zé Luis e Ricardinho (Renan Oliveira); Diego Souza e Ricardo Bueno (Neto Berola). Técnico: Dorival Júnior.
Corinthians
Júlio César; Alessandro, Thiago Heleno, William e Roberto Carlos (Leandro Castan); Moacir, Jucilei, Paulinho e Bruno César; Iarley (Souza) e Dentinho (Danilo). Técnico: Adilson Batista.


Frase da semana: ‘’O pão do Luxemburgo só caía com a manteiga virada para baixo. O Dorival chegou, e tirou a manteiga do pão’’(Tio Roberto)

CATEGORIAS DE BASE: Em partida realizada na tarde desta quarta-feira, o time júnior do Atlético venceu o Contagem por 2 a 0, pela terceira rodada do hexagonal final do Campeonato Mineiro. O jogo foi disputado no Campo do Frigoarnaldo, em Contagem. Os gols alvinegros foram marcados por Diney. Com o resultado, a equipe chegou aos nove pontos, e manteve a liderança desta fase final da competição. Além da vitória sobre o Contagem, os juniores venceram o América (1 x 0) e o Cruzeiro (4 x 0).
No jogo desta quarta-feira, o primeiro gol atleticano foi marcado por Diney, aos 39 minutos da etapa inicial. No segundo tempo, o meia atleticano fez mais um, aos 15 minutos, e garantiu a vitória.O técnico Rogério Micale escalou a equipe com Paulo Vitor; Felipe, Sidimar, Rian (Igor) e Soutto; Paulinho, Alex (Cácio), Luan (Fernando Viana) e Diney (Pavão); Wescley e Felipe Augusto (Vitor).
Na próxima rodada, que será realizada no dia 23 de outubro, o adversário atleticano será o Uberlândia.

NOTA 1: A CBF remarcou para 17 de outubro a partida entre Atlético e Avaí, em Sete Lagoas, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Inicialmente, o jogo estava marcado para o dia 16 de outubro. O horário de 18h30 foi mantido.
NOTA 2: O Flamengo mandou o Zico embora.Luxemburgo chegou. Ademg informa: Sai Zico, entra Zica!!!!

VAMOS PRA CIMA DELES GALO!!!
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♫ Andar com Fé, eu vou...

... que a fé não costuma faiá! ♪

Muito sugestivo o título deste post, quando quem escreve é uma mortal Atleticana, pois não requer muitas explicações quando consultada a tabela do Campeonato Brasileiro. Vejamos o que nos diz o dicionário sobre o significado de FÉ:

Fidelidade em honrar seus compromissos, lealdade, garantia.
Confiança em alguém ou em alguma coisa.
Crença nos dogmas de uma religião.
Crença fervorosa: fé patriótica.
Afirmação, comprovação: em fé do que lhe digo.

Fé, então, vem esclarecer o que poucos entendem quando a torcida Atleticana lota os butecos de BH para assistir uma partida quando o time não é recíproco ao amor que a Massa o destina. Acreditar no Clube Atlético Mineiro quando o caos se instalou na Casa-Da-Mãe-Joana é só pra Atleticano mesmo. E não é coisa de meia dúzia não...

O último jogo não me deixa mentir, que apesar dos pesares ver Obina marcando a nosso favor só faz aumentar uma chama que nunca se apaga. Ainda que as dificuldades insistam em assombrar o nosso GALO, o único responsável pela existência do Clube Atlético Mineiro é a MASSA!

Responsável? Sim! Responsável pela existência Gloriosa ou Catastrófica de um Clube Atlético Mineiro amado incondicionalmente por seus torcedores. Se não é o atleticano para honrar seus compromissos assistindo aos jogos nos estádios, ou pela tv, ou ainda ouvindo pelo rádio a quem o Galo se apresentaria? Se não é o Atleticano para confiar quando ninguém confia mais numa vitória à duras penas com direito à gol de Obina nos 44 minutos do segundo tempo, (Atlético-MG x Grêmio Prudente) quem irá confiar? Se não é o Atleticano para cantar o hino dentro do estádio colocando os bofes pra fora e vestindo aquela camisa alvinegra mais linda que existe, quem irá pregar sua existência? Se não é o Atleticano a se orgulhar em vitórias, e protestar em derrotas, quem mais o irá fazer?

Pensando nisso, cheguei a conclusão que os valores se inverteram no GALO.

A torcida mendiga o amor e a reciprocidade do Clube, enquanto assistimos a cada partida a maior falta de respeito e consideração por nós. E digo isso convicta de que fizemos o maior papelão ao receber Diego Souza no aeroporto como se fosse um deus. E aí? Qual a recompensa disso? Arrastou nossa paixão até a lama! Fora o Sr. Técnico que vem a imprensa dizer após cada partida que a "equipe jogou bem".

Se tem alguém que não é bobo aqui, esse alguém é o torcedor Atleticano que está farto dessa campanha que elaboraram esse ano prometendo títulos, vaga na libertadores, bla bla bla...

Numa boa, é melhor que fiquem todos calados pois não aguentamos mais "lero-lero" e façam o mínimo, que é ressarcir o Clube Atlético Mineiro desse Mar de Lama que vocês nos enfiaram.

O que move minha FÉ, acreditando sempre em jogos melhores, é o amor que sinto pelo GALO. Mas ontem, senti desprezo por todos os funcionários que ali vi fazendo cera e cumprindo carga horária.

Muito obrigada Jogadores, Vanderlei Luxemburgo e Alexandre Kalil pela tamanha decepção e pelo descaso ao Clube Atlético Mineiro.

Continuarei vestindo a camisa Alvinegra carregando em meu peito essa grande paixão eterna, mas devolverei à vocês todo o desprezo merecido por não ter valorizado o que aqui receberam de nós.

Futebol é nossa Cultura. O Galo "o meu primeiro e último Amor"!
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Atlético só tem um:o Galo. O resto é imitação!


Hoje tem confronto de Atléticos na Arena da baixada.Um é o tradicional, o primeiro campeão brasileiro e glorioso GALO, o outro é a cópia nominal do Paraná, quem nem de longe se aproxima da força e da tradição do Alvinegro das Alterosas.

Jogo difícil, jogo duro. Venho acompanhando várias entrevistas ao longo deste campeonato, e todos os jogadores e técnicos ressaltam que ganhar do Atlético Paranaense na arena da baixada é complicado. Acredito que é disto que o grupo do Galo está precisando neste momento, um jogo complicado, onde que a conquista de 3 pontos possa valorizar, trazer a afirmação ao elenco e convencer a massa que o segundo turno terá uma história diferente da do primeiro. Os três pontos conquistados sobre o Grêmio Prudente foram de grande importância e muito bem vindos, agora a vitória em si... Dentro de casa, contra um time inexpressivo, acredito que é mais que obrigação.

Que o Galo faça um jogo de luta e raça, tradicionalmente mostrado pelo Atlético clássico de vários anos, e imponha sobre seu rival homônimo e falso, uma derrota de causar dores de cabeça assim como as ressacas dos Cavaaalos (também falsos). Por que Atlético só tem um, o Galo, o resto é imitação.

Obs.: Um Abraço especial para a turma do 98FC

Abraço a todos e vamos Galo!
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"Casa da Mãe Joana,


... governada por sacana!"



Casa-da-mãe-Joana é uma expressão de língua portuguesa que significa o lugar ou situação onde vale tudo, sem ordem, onde predomina a confusão, a balburdia e a desorganização.

A origem dessa expressão não é o Clube Atlético Mineiro, mas muito se assemelha.

Não destino o título especialmente pelo jogo de ontem, destino esse texto primeiramente, ao presidente do Clube Atlético Mineiro, Alexandre Kalil.

Profissional que sempre admirei! Sou GALO e ele também é, sempre apresentou-se como diretor/torcedor compartilhando sua paixão com a massa.

Em entrevista ao Esporte em Debate, da Rádio Bandeirantes, Alexandre Kalil, disse que a torcida atleticana tem o apoio dele e que pode cobrar quem for!

"A Massa está “por aqui” com o atleta que frequenta as noitadas mineiras. Se tomar um cacete na madrugada, não vai fazer mal nenhum.” Afirma, o presidente.

Infeliz apologia à violência, confirmando a incompetência de administrar situações às quais são simples de se resolver com punições e multas. Confesso estar chocada com tal declaração e declarante.

Venho defender o esporte em geral desse relato pois sou extremamente CONTRA qualquer tipo de violência. Ainda mais no futebol do GALO que, independente dos trancos e barrancos, é minha paixão e o futebol por si só como cultura nacional. Acredito ser inadimiscível que o presidente do Clube venha à imprensa com declarações nesse teor. Reforço ainda que a responsabilidade de administração dos problemas do Clube Atlético Mineiro não é da torcida.

O apelo do senhor presidente foi extremamente perigoso! Pois infelizmente temos na torcida do GALO e em todas as outras torcidas, "cabecinhas-de-pardal" que aderem à esse tipo de atitude medíocre que estraga o nosso espetáculo.

A situação do GALO nessa temporada é tão ridícula como o próprio comentário. O jogo que assisti ontem foi lamentável. Onde está o "jogamos com muita RAÇA e AMOR!"??

Triste administração técnica, triste administração geral, triste apresentação dos jogadores em campo...

Eu não gosto, e nem sou de ficar cornetando, mas também não tenho sangue de barata, nem ouvido de borracha!

Parece brincadeira o GALO esse ano...
E não assustem leitores, o dia que eu começar à postar orações em vez de opiniões.
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1969: O ano que o Galo parou as feras do Saldanha!!!



Dia 3 de Setembro de 2010. Há exatos 41 anos atrás, o GALO vencia a Seleção Brasileira por 2 x 1.Não poderia deixar essa data passar em branco. Foi um espetáculo onde Pelé, Tostão e Cia foram os coadjuvantes e Dario, Oldair e Cia os atores principais.Isto é história, um feito,uma glória. Um orgulho para nós, atleticanos.

A Seleção Brasileira tinha Pelé e Tostão no comando do ataque, tinha acabado de vencer o Paraguai no Maracanã por 1X0 feito que a gabaritava para a disputa da Copa do México de 1970. Mas a pergunta corrente entre todos os torcedores brasileiros era: "Esse time está pronto para a copa?" Enquanto toda a torcida brasileira ainda estava em dúvida; os atleticanos já tinham a resposta: "Não!"

De todas as seleções nacionais de futebol a mais vitoriosa é a do Brasil e de todas as seleções brasileiras, a campeã da Copa de 1970 no México é considerada por muitos especialistas a melhor seleção nacional que já se formou no mundo em todos os tempos. Foi esta equipe, tida como imbatível, que sucumbiu ante o Clube Atlético Mineiro no dia 3 de setembro de 1969
O retrospecto brasileiro contra times de futebol é impressionante:foram setenta partidas, com 51 vitórias, 14 empates e apenas cinco derrotas. Das cinco derrotas, duas foram para times brasileiros, sendo a primeira delas para o Atlético.

O Brasil fez oito amistosos preparatórios para a Copa do México, venceu sete e empatou apenas um, com a Seleção da Iugoslávia, depois, venceu os seis jogos eliminatórios, marcando 23 gols e sofrendo apenas dois. O sexto e o último jogo foi uma vitória de 3x1 sobre o Paraguai ante um público recorde de 183.341 torcedores no Maracanã. A Seleção Brasileira havia recuperado o orgulho perdido depois do fiasco na Inglaterra e se considerava pronta para ganhar o Mundial. Como fase final de preparação, o Brasil iniciou uma nova série de jogos amistosos, sendo o primeiro contra o Atlético, no Mineirão.

Na época, o Mineirão, inaugurado em 1965 era um estádio novo e moderno e o Atlético um adversário constantemente requisitado por seleções nacionais. Em dezembro de 1968 o Atlético venceu por 3x2 a Iugoslávia, que havia empatado com o Brasil. Em janeiro de 1969 o Atlético empatou com a Hungria por 2x2, em março de 1969 ganhou da Rússia por 2x1.

Do time do Brasil que disputou e venceu a final do mundial de 1970, nove titulares entraram em campo naquele dia, apenas Brito e Clodoaldo não faziam parte da equipe que perdeu para o Galo. O ataque do Brasil, que já contava com Gérson, Tostão, Pelé e Jairzinho, só conseguiu marcar uma vez contra o Atlético, mesmo assim, um gol impedido de Pelé que o juiz não anulou.


O Galo entrou em campo com a camisa da Seleção Mineira.


O técnico da Seleção não convocou os atleticanos Oldair e Dario, que na época estavam em grande fase. Além disso, havia uma rixa pessoal entre os dois lendários técnicos João Saldanha do Brasil e Iustrich do Galo. E essa rixa ficou ainda mais forte quando Iustrich afirmou que o Atlético venceria as "Feras de Saldanha" se as duas equipes se enfrentassem. Quase que imediatamente Saldanha aceitou o desafio.

Um bandeirão foi apresentado pela 'Massa' no dia do jogo. Este é o primeiro bandeirão que se tem notícia no futebol brasieiro. Patrocinado por Julio 'o mais amigo' dono de um supermercado bastante popular na época, o armazem do Julio, localizado em na rua Valdomiro Lobo em frente a Rodoviária(onde se localiza o supermercado EPA).




O clima de rivalidade entre o GALO e a Seleção era tão grande que na véspera do jogo que o Brasil enfrentou o Paraguai os jornais mineiros noticiavam: "Todo o Atlético está torcendo para a Seleção vencer." Mas o Galo também exibia uma insolência digna de poucos clubes de raça. Na quarta-feira 3 de setembro de 1969, o que viu em campo foi a impetuosidade, vestida não com a camisa alvinegra, pois a CBD não permitiu. O Galo foi obrigado a entrar no gramado com a camisa da Seleção Mineira.

A Massa lotou o Mineirão e logo aos dois minutos quase saiu o primeiro grito de gol do GALO. Dario passou por Djalma Dias e Joel e chutou forte, Félix saltou e mandou para escanteio. Na defesa, Oldair não permitia que Pelé e Tostão se entendessem. No meio-campo, Gerson e Piazza perdiam quase todos os lances para Amauri e Laci. O Galo queria jogo, ao contrário da Seleção. Sempre que podia As Feras de Saldanha esfriavam o jogo. Aos 30 minutos Dario inebriou a torcida ao descer despingolado pela esquerda. Passou por Joel e Djalma Dias e mandou o balaço. Félix defendeu e soltou nos pés de Tião, que chutou pra fora. Até então o goleiro Mussula do GALO não tivera maiores problemas com os atacantes da Seleção Brasilieira. Apenas uma vez Tostão chutou sem perigo.

Aos 40 minutos, Oldair roubou a bola e tocou para Humberto Monteiro que lançou Amauri. O ponta- de-lança invadiu a área e chutou uma bola sem defesa para o goleiro Félix. GALO 1X0. Era o sonho atleticano de derrotar a Seleção Brasileira que começava a se concretizar.

Só depois do gol atleticano que a Seleção Brasileira começou a procurar jogo. Já no segundo tempo, a Seleção marca no seu primeiro ataque logo aos 3 minutos. Carlos Alberto Torres cruzou a bola para Pelé, que impedimento marca 1X1. Depois de muita reclamação, o gol do Rei do Futebol é confirmado. Os jogadores do Atlético ficam revoltados: "Isso é armação, é armação.... não vão deixar agente vencer!"

Com o gol, a seleção avançou para o ataque, o Galo sentiu o golpe e a dificuldade que era enfrentar a melhor equipe de futebol de todos os tempos! Mas mesmo assim, com a ajuda da Massa, começou a equilibrar o jogo lá pelos 15 minutos da etapa complementar. E quatro minutos mais tarde, Dadá Maravilha ganha de Joel e Djalma Dias, e manda um balaço para o fundo das redes do goleiro Félix, Galo 2X1. O Mineirão quase vem a baixo. A Massa começa a agitar! E em campo só dá Galo.



A equipe de Saldanha se perde em meio aos gritos da Massa e o jogo envolvente do GALO. Diante do show de bola atleticano, os jogadores da Seleção Brasileira perdem a cabeça e Carlos Alberto Torres é expulso por reclamações e com jogador a menos o Brasil apenas joga para não levar mais gols, pois seria uma humilhação grande demais.

Aos 40 minutos do segundo tempo, a Massa começa a cantar: " Ai ai ai ai...., tá chegando a Hora.... " Como a vitória simples bastava ao Atlético, o time apenas rodava a bola ouvindo a torcida cantando “olé, olá, o nosso Galo tá botando pra quebrar” além de “1,2,3 o Brasil é freguês, 4,5,6, vem mais forte da outra vez” até que o juiz apitasse o fim da partida.

E com o apito final do juiz, o Galo fez que muito poucos puderam fazer: Derrotar a Seleção Brasileira de Pelé, Tostão, Gerson e cia! Em 13 de junho de 1972, houve outro jogo entre Galo e Seleção Brasileira. Entretanto, neste jogo não houve vencedores e nem gols. Por isso, o Galo é o único clube do mundo que enfrentou e venceu a seleção brasileira e ainda se mantém invicto. Só o GALO e mais ninguém!!!

Depois do jogo, enquanto Pelé criticava a torcida do Galo pela falta de patriotismo os jogadores do Atlético, que vestiam o uniforme da seleção Mineira por exigência da CBD, retiraram as camisas de Minas Gerais e deram a volta olímpica no gramado com as camisas alvinegras, que estavam sob o uniforme de Minas Gerais. As arquibancadas quase foram abaixo com o grito de Galo que todo o mundo conhece. No mesmo dia, iniciou-se a crise que levou a demissão do técnico João Saldanha, do comando da Seleção Brasileira, poucos meses depois, dentre outros motivos, porque Saldanha se recusava a convocar Dario, contrariando aos apelos da torcida e também do Presidente da República.

Vejam também um vídeo produzido pelo histórico CANAL 100:
http://www.youtube.com/watch?v=uVGC24Ud-jE



Atlético 2 X 1 Seleção Brasileira
Atlético: Mussula, Humberto Monteiro,Grapete, Vantuir, Oldair Lacy, Amauri e Lola, Beto, Dario e Tião
Técnico: Iustrich
Brasil: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo(Everaldo); Piazza e Gérson(Rivelino); Jairzinho, Tostão(Zé Carlos), Pelé e Edu(Paulo César Lima).
Téc: João Saldanha
Data:03/09/1969
Local:Mineirão
Juiz: A Ferreira(Brasil)
Gols: Amauri(Galo) aos 40 minutos do primeiro tempo. Pelé(Brasil) aos 3 minutos do Segundo tempo e Dario(Galo) aos 19 minutos do segundo tempo.

FONTES: Site do Movimento 105,Web Galo,Site Oficial do Clube Atlético Mineiro e Galo Digital.


Não se apaga a história. E histórias foram feitas para serem contadas e nunca esquecidas.

VAMO PRA CIMA DELES GALO!!!
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Galo x Goiás: O jogo do pânico !!


Hoje Galo e Goiás se enfrentam pela 18º rodada do Brasileiro, será um jogo duro... Duro de assistir. Os dois times vêm apresentado um futebol ridículo e de baixa qualidade técnica. Galo e Goiás nunca tiveram pelo campeonato brasileiro nenhum jogo relevante e que tenha algo curioso para ser contado (pelo menos que eu lembre). Já por campeonatos como Copa do Brasil e Sul – Americana, o Goiás sempre foi uma pedra na chuteira do Galo. Pela copa do Brasil, já se cruzaram três vezes, com o time do Goiás levando a melhor em todas as oportunidades. Em 1989, o Goiás levou a melhor, eliminando o Galo com vitória por 3x0 no Serra Dourada e derrota por 2x0 no Independência. Em 1990, a equipe goiana levou a melhor mais uma vez, empatando sem gols no Independência e vencendo por 4x3 no Serra Dourada. Em 2001, o Goiás avançou no torneio após vitória 3x1 no Serra Dourada e empate em 2x2 no Mineirão.

Pela Sul – Americana, Galo e Goiás se cruzaram duas vezes, sendo que em ambas as oportunidades o time Esmeraldino também eliminou o Galo: 2004 (Goiás 4x2 no Serra Dourada; 1x1 no Independência) e 2009 (1x1 e 1x1; Goiás 6x5 nos pênaltis).

Para o jogo de hoje, Vanderlei treinou varias alterações, entre elas a retirada de Ricardinho, Diego Souza e Diego Tardelli do time titular. O que me faz acreditar que pode realmente haver problemas de relacionamento entre os Diegos do Galo. Não sou jornalista, não vivo o dia a dia do clube, mas tomando por idéia o que já aconteceu na copa de 2002 entre Ronaldo e Rivaldo, onde na briga pela artilharia, e pela atenção da midia, um não passava a bola para outro, Vanderlei pode ter se espelhado em Felipão e tomado a mesma decisão que Felipão ameaçou fazer. Em entrevista ao colunista Renato Maurício Prado, do jornal O Globo, Felipão revelou como fez para acabar com a encrenca. “Um dia, perdi a paciência, chamei os dois, tranquei no vestiário e disse: 'Ou vocês acabam de vez com essa frescura, ou vai jogar um só. E eu ainda não decidi quem será'. Falei e fui-me embora. Deixei os dois trancados lá. Aí o Rivaldo virou-se para o Ronaldo e disse: 'Olha, é melhor a gente se ajeitar mesmo. Esse cara é maluco e é capaz mesmo de barrar um de nós dois'. E acabou de vez aquela bobajada", disse o treinador.

Só sei que com grupo rachado ou não, mal fisicamente ou não, corpo mole ou não... Luxemburgo tem é que descobrir e resolver o problema logo, uma vez que ganha muito bem para isso. A torcida quer saber o que está se passando, não dá mais para tampar o sol com a peneira, caso as vitórias não aconteçam, este sol vai ter de queimar forte e com certeza algumas pessoas deste grupo serão fritadas.

Por fim, repetindo o que o Ricardo já escreveu no seu post do jogo entre Galo e Guarani: SE NÃO GANHAR DO GOIÁS, VAI GANHAR DE QUEM?

Abraço a todos e vamos Galo!
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Enquanto pôde, a Desculpa assumiu uma Culpa que não era dela.

“ Temos que trabalhar e isentar o Clube Atlético Mineiro de tudo, porque ele não tem culpa de nada. A culpa maior é minha, porque sou o técnico, e também dos jogadores. Nós somos os responsáveis. O clube hoje oferece toda a condição para o profissional poder trabalhar e é o que nós estamos fazendo. Não temos nenhum tipo de problema (relacionado ao clube), a não ser o de ordem técnica.” Declaração de Vanderlei Luxemburgo após a partida contra o Palmeiras, no domingo passado 28.08.10 em Ipatinga.

"Em um momento de dificuldades não adianta direcionar as coisas. Todos têm de assumir a responsabilidade, nós colocamos o Atlético nesta situação", afirmou Ricardinho, que pediu mais trabalho para recuperar a equipe. "Temos de trabalhar para reverter isso, não temos mais desculpas para dar".


Encerra-se o repertório de desculpas, e passa-se a direcionar a culpa.

Desculpa: Ação de desculpar ou de se desculpar. Razão ou motivo para atenuar ou eximir da culpa; justificativa. Escusa; pretexto. Indulgência, perdão.

Culpa: Ato ou omissão repreensível ou criminosa; falta voluntária, delito, crime. Responsabilidade por semelhante ato.

Em ordem contrária, Vanderlei Luxemburgo declara ser culpado junto aos jogadores por essa fase lamentável que vive o nosso time do coração. Defino como ordem contrária, pois viemos escutando “desculpas” esfarrapadas ou fundamentadas desde o início do Campeonato Brasileiro sem que seja em hora alguma, indicado um responsável que assumisse a culpa e assim ressarcisse o Clube Atlético Mineiro pelos péssimos resultados. Por que no Campeonato Mineiro a defesa, por exemplo, (hoje considerada a mais vazada) já mostrava a necessidade de melhora no elenco e estratégia. Mas o troféu de Campeão Estadual 2010 parece ter mascarado muita coisa no time do Galo, inclusive bons jogadores.

Enquanto pôde, a Desculpa assumiu uma Culpa que não era dela.

A desculpa inicial foi o entrosamento insuficiente em uma equipe nova sendo testada em pleno Campeonato Brasileiro. O que não deveria ser feito nunca, ainda mais depois de uma pausa durante a Copa do Mundo. O que foi produzido nesse intervalo? O entrosamento com a capital mineira?

Escutamos também após recorrentes derrotas que a arbitragem foi um adversário a mais em campo. Mas sobre-salto que o time deveria estar preparado para superar adversidades tão comuns aos outros times. Se o pênalti foi marcado injustamente, por que um goleiro que treina a semana inteira só pra defender um gol, não consegue fazer uma mísera defesa? Defesa obrigatória na minha concepção e na maioria dos torcedores, pois temos ciência e Vanderlei Luxemburgo confirma que “o clube hoje oferece toda a condição para o profissional poder trabalhar” agora diante dos resultados, difícil enxergar que existe ali um trabalho sério, aliás trabalho algum que seja.

Reforma do Mineirão. “É o maior problema que o futebol mineiro está enfrentando. Nunca jogamos em casa.” Vanderlei Luxemburgo em entrevista para o Globo Esporte. Nem o Atlético nem o Rival. Estamos todos jogando fora do Mineirão, e ainda sim a torcida comparece. Contra o Rival Celeste, o mando de campo na Arena do Jacaré, foi do Galo. E aí? A torcida estava presente em Sete Lagoas assim como estaria se o jogo fosse em BH. Temos idéia que a proporção é menor, mas não tinha um torcedor do Cruzeiro sequer na Arena aquele dia, e o “time de fora” levou a melhor mais uma vez...

Diante dessa saraivada de desculpas para as desastrosas partidas, Luxemburgo assume a culpa junto aos jogadores pela situação crítica em que colocaram o Clube Atlético Mineiro. Parece ser um primeiro passo à recuperação, mas pode ser também a continuação dos largos passos em direção à temerosa segunda divisão. Mais uma vez quem define o destino do Galo não é o entrosamento falho, ou a arbitragem injusta e muito menos a reforma do Mineirão. Enfim foi dado nome aos bois e esses mesmos que o afundaram em lástimas, que tenham a hombridade de recuperar a integridade do Clube Atlético Mineiro que foi lesada por profissionais que não entenderam o significado dessa instituição para nós atleticanos.

Sugiro que antes de saírem de casa em direção ao CT do Galo para os treinamentos diários, leiam com atenção, a mesma atenção que destinaram ao assinar o contrato com o Galo, leiam o nosso hino. Para que vocês possam identificar a empresa a qual vocês prestam serviço. E assim serem justos aos salários e à torcida que mesmo suportando toda essa crise, não merece nenhum dia de sua vida presenciar o futebol preguiçoso que tem visto nessa temporada.

Futebol é a nossa Cultura, o Galo a minha paixão!


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Galo X Flamengo: “Se gritar pega ladrão...”


Galo e o Flamengo se enfrentarão nesta quinta feira pelo Campeonato Brasileiro. Este é uns dos maiores clássico do Brasil. De um lado, o time mais popular de Minas, do outro o mais popular do Rio. Quando Galo e Flamengo entram em campo para se confrontarem, além dos 22 jogadores, levam para o jogo uma rivalidade de anos de disputas importantes, polêmicas, árbitros vendidos... enfim, muitas histórias para contar.

As histórias destes confrontos dariam vários textos, até mesmo um livro, desta forma escolhi de forma resumida, 2 polêmicas passagens para ilustrar a rivalidade, e fazer relembrar aos que viveram estes jogos, e contar para nova geração, o que se passou naquela década de 80.

Final do Brasileiro de 1980: Na década de 80, Atlético e Flamengo sem dúvida nenhuma tinham os maiores elencos do Brasil, tanto que os dois times eram a base da seleção que disputou a copa de 82. O time do Galo tinha jogadores como: João Leite, Luizinho, Cerezo, Palhinha, Reinado e Éder; o Flamengo contava com: Raul, Júnior, Andrade, Adílio, Zico e Nunes. O Galo, time de tradição, já havia chegado há duas decisões de campeonatos brasileiros, 71 quando foi Campeão e 77; e o Flamengo estava chegando a sua primeira disputa. No primeiro jogo no Mineirão o Galo venceu por 1 x 0, com o Juiz Romoaldo Appi Filho - Da Mãe anulando 2 gols do Galo - começava aí os furtos ao time e a toda nação alvinegra, mas nem o assalto com apito armado, impediu que Éder, Reinaldo e companhia jogassem muita bola e saíssem vitoriosos daquele confronto. No segundo jogo, com o maracanã recebendo um público de 154.355 torcedores, o Flamengo venceu por 3 x 2, mais uma vez o Juiz teve papel de destaque, o Sr. José de Assis Aragão permitiu por todos os 90 minutos jogadas desleais por parte dos jogadores flamenguistas, assim como intimidou jogadores do Galo e inverteu faltas para favorecer o Flamengo. Quando o jogo estava 2 x 1 para o Flamengo, com Reinaldo se arrastando em campo, sentindo uma contusão no joelho, depois de tanta pancada, começou a se ouvir um coro vindo das arquibancadas do Maraca: Bichado! Bichado! Bichado! Mas, mesmo sem a mínima condição de jogo, aos 22 minutos Reinaldo mostrou porque era gênio e Rei do Galo, guardou a bola nos fundos da rede, calando e silenciando uma quantidade significativa de Urubus. Depois do gol, Reinaldo mal conseguindo caminhar, antes de ser substituído, foi expulso por Aragão que alegou cera do jogador, em seguida, Nunes em um contra ataque desempata o jogo dando a vitória e o título ao Flamengo. Lembrando que José de Assis Aragão ainda expulsou Chicão e Palhinha, assim, com 8 jogadores em campo, o Galo perderia seu poder de reação e o Flamengo poderia comemorar o titulo... E seu “serviço” estaria feito.

LIBERTADORES 81 – UM ASSALTO AINDA MAIOR: Pelo Campeonato brasileiro de 80 já falamos sobre “pequenos” furtos, agora vamos falar de assalto de maiores proporções, que dariam inveja ao Sr. Ronald Biggs – protagonista de uns dos maiores roubos do mundo, o assalto ao trem pagador. Neste jogo, o protagonista, como Ronald Biggs, também tinha sobre nome gringo: JOSÉ ROBERTO WRIGHT. O cenário era o seguinte: Galo e Flamengo disputavam uma vaga na próxima fase da Libertadores, já havia ocorrido 2 jogos entre eles, todos dois com placar de 2 X 2, e era necessário uma terceira partida para decidir quem seguiria em frente, obviamente teria de ser em campo neutro, torcida neutra... Tudo para que nada favorecesse nenhum dos dois clubes. A diretoria do Galo só não sabia que o juiz para este jogo não teria neutralidade alguma. O Sr. JOSÉ ROBERTO WRIGHT foi para Goiânia no mesmo vôo da delegação flamenguista, hospedou–se no mesmo hotel, só não vestiu a mesma camisa porque seriam muito óbvias suas intenções. Em campo, os dois times com seus principais jogadores, 11 do lado do Galo e 12 do lado do Flamengo. Aos 20 minutos de jogo em uma falta simples em cima do sempre protegido Zico e sem ter levado nenhum cartão amarelo, o Sr. Biggs, perdão Wright, expulsa Reinaldo. Reinaldo era um jogador diferenciado e que desequilibrava qualquer partida. Pouco tempo depois da expulsão de Reinaldo foi a vez de Éder ser retirado do jogo, pelo simples motivo de na pressa de bater uma falta, esbarrar em Wright. Com a expulsão dos 2 melhores jogadores, e percebendo a má intenção do arbitro, o técnico Carlos Alberto Silva assim como toda comissão técnica invadiram o campo criando um grande tumulto, na confusão WRIGHT expulsou ainda Chicão e Palhinha. Atendendo a Calos Alberto, que vendo o Galo com 4 jogadores a menos, João Leite caiu no gramado reclamando dores, impossibilitando a continuidade do jogo. Depois de alguns dias o Flamengo foi declarado vencedor da partida, chegando a conquistar a libertadores e o mundial de clubes.



Abraço a todos e Vamos Galo!

Obs.: Um abraço para minha esposa JULIETA que é Flamenguista, e vai sofrer um bocado hoje. VAMOS GALO!
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Desabafo!


Então, gente! Fica péssimo para mim, como colunista representante do Clube Atlético Mineiro nesse blog, dizer que passo horas pensando, e já há dois dias sem saber o que escrever à vocês que compartilham da mesma paixão. Acredito até que buscam em minhas palavras semanais um pouco de rumo para os sentimentos e opiniões diante dessa fase tão sinistra que assola o nosso time.
Há semanas o assunto é o mesmo; CRISE NO GALO! Não ter e não saber o que falar, uma vez que assumi esse compromisso com vocês torcedores/leitores é definitivamente frustrante pra mim. Parece até melancolismo dividir isso com vocês, mas só estou o fazendo agora por que conversei com alguns atleticanos, e até torcedores de outros times e me deram razão para que a inspiração estivesse fraca.
Quem é atleticano está enjoado de escutar as mesmas respostas, as mesmas promessas e até o mesmo incentivo vindo de todos os cantos sem RESULTADO. Eu tinha escrito um texto na segunda-feira completamente de "cabeça-quente", imagina-se então que o produto final foi tão bom quanto o desempenho do Galo no último jogo. Daí, não tive coragem de postar por que tenho consciência de que vocês leitores, não tem participação nenhuma no mau humor da colunista.
Porém, também não acho que por isso eu não deva uma resposta a quem me acompanha aqui no blog. E pensando nessa responsabilidade que tenho com vocês, associei num súbito momento de desespero por estar atrasada com a minha coluna, a responsabilidade do Galo para com quem o acompanha.
Uma vez que vocês já me conhecem, apreciam o meu trabalho/lazer e esperam por ele toda semana, o mínimo que eu deveria fazer por vocês que me mantém aqui no time do MG Futebol Clube é reconhecer esse carinho escrevendo minha coluna pontualmente. (Desculpem, estou atrasada mesmo!) Enquanto o Galo como time tem uma das maiores e mais bonitas torcidas do Brasil, que o acompanha pelos quatro cantos do país em estádios, tem a maior venda de Pay per View do estado de Minas Gerais, vem faltando com sua maior colaboradora.
Eu poderia ter postado o texto de segunda-feira o qual eu cornetava o Clube Atlético Mineiro "de cima em baixo", mas não é o caráter da minha escrita e estou ciente de que nada adianta. Apenas postaria aqui mais um texto, de vários que li reafirmando a péssima fase e minha indignação.
O resultado disso seriam comentários tão preguiçosos como o meu texto e o dever de escrever toda semana estaria cumprido. Bem "pros cocos" se diria, mas estaria. Pensando assim, em escrever de qualquer jeito, eu perderia o prazer de escrever e ainda por cima perderia o prazer do leitor em ler o que escrevo.
Enfim, percebo que minha coluna hoje é um desabafo geral, né?! (risos) Queria muito escrever em outro tom, um tom mais alegre, com palavras esperançosas e de exaltação ao meu "primeiro e último amor", mas hoje não foi possível. Lamento o episódio, mas não deixaria vocês sem minha opinião porque o que me incentiva a escrever hoje além do meu coração partido é o reconhecimento que venho tendo desde que aqui tornei pública minha opinião.
Encerro afirmando que continuo tão atleticana, ou mais como no post anterior, e estarei com o Galo em todos os dias de minha vida. Amanhã tem jogo importante, e eu estarei mais uma vez com o fone no ouvido durante a aula, e torcendo sempre para que o nosso Glorioso volte a vencer e dar alegria à essa torcedora que está desolada com os últimos capítulos dessa novela.

Futebol é a nossa Cultura, o Galo a minha paixão ETERNA!

p.s. Não posso deixar de agradecer ao Gustavo Toledo que sempre me incentivou à escrever aqui, e mais uma vez esteve ao meu lado me orientando à escrever o que se passava no meu coração alvi-negro.
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A história de uma nação Alvi Negra: 1908 A 1915


O DESAFIO DOS PRIMEIROS JOGOS

Alice Neves foi a primeira torcedora do Galo e mesmo sem qualquer parentesco com os garotos e sem pedir nada em troca, escolheu, elaborou e confeccionou o escudo, os primeiros uniformes e bandeiras do GALO. Dona Alice também organizou a primeira torcida organizada do Galo, chamou suas amigas costureiras que fizeram muito barulho na primeira vitória do Galo sobre o extinto SPORT em março de 1909.

O grupo cresceu e o ponto de encontro era a casa número 317 da Rua Guajajaras, onde morava dona Alice Neves,que se tornou a madrinha do novo clube, dando palpites e criando a primeira torcida feminina de futebol no Brasil.

Durante o seu primeiro ano de fundação em 1908, o Atlético não disputou jogos contra outros Clubes. Suas atividades resumiam-se em treinos, dos quais participavam entre outros, os jovens atletas: Jorge Pena, Oscar Maciel, Enrico Catão, Mauro Brochado, Leônidas Fulgência, Raul Fracarolli, Mário Neves, Francisco Monteiro, Mário Lott, Margival Mendes Leal, Horácio Machado, Artur Pinto, Carlos Maciel e Benjamim Moss.

A primeira diretoria não teve descanso. Foi eleita sem contestação: Margival Mendes, presidente; Mário Lott, secretário; e Eurico Catão, tesoureiro. Em seu primeiro ano o Atlético preparou sua equipe, treinada por Chico Neto: Eurico, Mauro e Leônidas; Raul, Mário Toledo e Hugo; Francisco, Mário Lott, Marginal, Horácio e Benjamim. Para a estréia oficial do Atlético, dia 21 de março de 1909, contra o Sport Club, Chico Neto fez três modificações no ataque: Mário Neves no lugar de Francisco, Aníbal Machado no de Mário Lott e Zeca Alves no de Horácio. O técnico deve ter adivinhado: o Atlético venceu o Sport por 3 x 0, gols de Aníbal Machado, Zeca Alves e Mário Neves. O campo do Sport, onde hoje fica a Secretaria da Agricultura, ao lado da estação rodoviária, ficou lotado. E voltou a encher nas duas revanches que o Atlético deu ao Sport. Mais de 3.000 pessoas assistiram a outras vitórias atleticanas: 2 x 0 e 4 x 0. O Sport Club não resistiu. Os nove gols que levou em três jogos foram suficientes para decretar sua morte, e quase todos os seus integrantes passaram para o quadro atleticano, tornando-o mais forte ainda.

Na foto abaixo, o provável time que derrotou o Sport, dando fim ao primeiro time de Belo Horizonte.




Em BH não havia time que se comparasse a ele, cuja primeira derrota demorou muito para acontecer. Foi na primeira partida intermunicipal, no dia 12 de maio de 1912 contra o Instituto Granbery, de Juiz de Fora: 1 x 5. Os atleticanos pediram revanche e perderam novamente: 0 x 3, no dia 7 de setembro, em Juiz de Fora.

As derrotas em nada alteraram a vida do clube, que tratou de formar sua infra-estrutura e ganhou da Prefeitura um terreno para construir seu campo e sede. Ficava na Rua Guajajaras, entre a São Paulo e a Curitiba. Limparam o terreno, taparam os buracos e fincaram as traves. O travessão era uma corda esticada, o gramado tinha tamanho irregular, mas ficou assim mesmo. Nos primeiros dias, roubaram as traves. Margival não gostou e achou melhor escolher outro local. Conseguiu trocar a área de Guajajaras por um quarteirão na Avenida Paraopeba (hoje, Augusto de Lima), entre as ruas Curitiba e Santa Catarina. Mas ali também não durou: o governo do Estado, que também estava-se organizando, requisitou o terreno para a construção da Secretaria da Educação , (hoje em dia, Minascentro) e o Atlético passou então a ocupar o campo que foi do Sport Club, ao lado da estação rodoviária.


A ADOÇÃO DO NOME ''CLUBE ATLÉTICO MINEIRO E A CONQUISTA DO PRIMEIRO CAMPEONATO''.

Foi em assembleia-geral, convocada para a noite de 25 de março de 1913, que os sócios e diretores do Atlético Mineiro Futebol Clube decidiram mudar o seu nome para Clube Atlético Mineiro. E foi com sua nova e importante personalidade que o time disputou o primeiro torneio interclube, organizado pela recém-fundada Liga de Futebol de Belo Horizonte. O vencedor receberia o rico troféu "TAÇA BUENO BRANDÃO", nome dado ao troféu em homenagem ao Governador do Estado. Os jogos tiveram os seguintes resultados:

05/07/1914 - Atlético 2 x 0 Yale
12/07/1914 - Atlético 3 x 0 América
19/07/1914 - Atlético 0 x 0 Yale
02/08/1914 - Atlético 1 x 0 América
16/08/1914 - Atlético 2 x 0 Combinado América e Yale



O Atlético foi o campeão invicto do torneio. Disputou cinco jogos, venceu quatro. Marcou 8 tentos e não sofreu nenhum. Era o primeiro título conquistado. Outros viriam, bem maiores, em grande número, consagrando o maior clube de Minas Gerais.

Fontes: Galo Digital e Web Galo.
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Os números falam: O time do Santos é freguês do Galo


Domingo o Galo enfrentará o time do Santos pelo campeonato Brasileiro, uma ótima oportunidade do Atlético confirmar sua ascensão e começar a sair da desconfortável zona de rebaixamento.

O Galo já enfrentou o Santos pelo campeonato Brasileiro em 42 jogos, e é o maior vencedor destes confrontos. Desde 1971 foram 42 jogos, sendo 18 vitórias para o Galo, 12 para o Time da baixada Santista e 12 empates. Portanto, o Santos, time de tradição, que já teve em seus elencos jogadores como: Pelé, Carlos Alberto, Diego, Robinho, e mais recentemente Neymar e Ganso, é freguês do Galo! Sabemos que cada jogo é um jogo e o que importa é o próximo confronto, por isto esperamos que domingo o Galo possa ampliar o numero de vitórias sobre o Peixe, sair mais uma vez vitorioso e somar mais 3 pontos.

Pelo Campeonato Brasileiro, a história deste confronto iniciou em 1971, com a criação da competição. Destaque para a parte decisiva do Campeonato, onde 4 times disputavam pelo grupo B, em jogos de ida e volta, quem iria para o triangular final que apontaria o primeiro campeão brasileiro. Os quatro times do grupo B eram: Galo, Santos, Inter e Vasco. No primeiro jogo entre Galo e Santos por esta fase decisiva, o Galo saiu derrotado do Pacaembu por 2 X 1, gols de Nenê e Mazinho para o Santos, e Ronaldo para o Galo. No jogo de volta no Mineirão, a casa do Galo estava como de costume em nossos jogos, cheia. Muitos torcedores para incentivar o time, ver um grande espetáculo e assistir Pelé jogar. Mas para os que foram ver Pelé, acabaram por ver uma vitória com muita raça do Glorioso por 2 X 0, além do show de bola de jogadores como: Vantuir, Cincunegui, Humberto Ramos, Dadá e Oldair (autor dos dois gols do Galo).


GALO CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1971

Mais recentemente, podemos destacar outro grande confronto entre Galo e Santos. Foi nos jogos das quartas de finais da copa do Brasil deste ano. No primeiro jogo o placar foi de 3 x 2 para o Galo, acredito que esta tenha sido a melhor partida do Galo no ano até agora, com o time do Luxa mostrando um futebol superior ao do badalado time do Santos e empolgando a Massa. No jogo de volta, cercado de polêmicas, onde na comemoração do titulo paulista, os jogadores do Santos, principalmente Robinho, André e Neymar provocaram o técnico Luxemburgo e Tardelli, o Santos venceu por 3 x 1, desclassificando o Galo da competição com direito a um grande futebol apresentado pelos demasiadamente talentosos e não menos mascarados, meninos da vila.

Abraço a todos e Vamos Galo!
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UTI - Unidade de Torcida Intensiva
















A UTI (Unidade de Torcida Intensiva) atua na necessidade de oferecer suporte avançado para vitórias do CLUBE ATLÉTICO MINEIRO; paciente que encontra-se agudamente doente e que possui chances consideráveis de sobreviver. Destina-se a recuperação do paciente que apresenta um quadro de instabilidade na tabela do campeonato Brasileiro e com potencial de gravidade por encontra-se na zona de rebaixamento. Zona de Rebaixamento é um ambiente de alta complexidade, reservado e único aos times que por razão de maus desempenhos durante os jogos não conseguiram manter estável a saúde do clube no decorrer do Campeonato Brasileiro. Em conseqüência disso a UTI se propõe estabelecer monitorização completa e vigilância durante todas as partidas, se sub-dividindo em:

UTI - MÓVEL:
possui torcedores que podem ser encontrados numa Unidade de Torcida Intensiva tradicional, porém que se deslocam ao estádio destinado à ocorrência da partida promovendo condições de evitar ao máximo que o paciente piore seu quadro clínico até o fim dos 90 minutos de jogo (percurso pelo qual o Clube Atlético Mineiro precisa passar sem levar gols e sim os fazendo contra adversários anteriormente pré-determinados). É responsável por lotar os estádios, levantar as bandeiras e cantar o hino do GALO dentre outras músicas que o vangloria e comemorar com exaltação extrema os gols do seu time, enaltecendo os jogadores.



UTI - NEONATAL:
São filhos de torcedores de outras UTIs que deverão receber cuidados diferenciados e progressivos para o desenvolvimento do sentimento Atleticano para mais tarde ser integrante das UTIs já instaladas. É de extrema responsabilidade das UTIs paternas levarem os filhos devidamente uniformizados aos estádios e não deixar faltar picolé e chips.




UTI - HOME CARE: É a opção para torcedores que participam da UTI e não podem, por motivo de forma maior, se descolar ao estádio onde a partida será realizada. Esse torcedor conta com o conforto de sua residência, para reunir outros torcedores que também acompanharão os jogos pela televisão ou rádio. É a proposta mais em conta para o orçamento do torcedor, pois a organização será dividida entre os mesmos torcedores. Essa sub-divisão da UTI conta com a monitoração ininterrupta do doente pelos torcedores durante os 90 minutos de partida. Podendo ser acrescida também por dieta especial (Churrasco, Tira-Gostos Mineiros, Cerveja, Vodka, Cachaça, entre outros), ventilação mecânica (ventilador, climatizador ou ar-condicionado) e remoção por carona não alcoolizada ou por meio de transporte público.


As doenças que assolam o Galo são inúmeras o que torna muito difícil a compreensão de todas elas. Por isso a UTI atua diretamente nos ditos jogos, para tirar o paciente de um estado crítico de saúde com perigo iminente de queda, pondo o mesmo em uma condição que possibilite a continuidade à evolução na tabela do Campeonato Brasileiro.
É muito importante tanto para o paciente como para os médicos (Luxemburgo e Kalil) compreender a UTI como peça fundamental para superação da doença. A presença da UTI nos jogos, a cobrança de gols, bom desempenho e resultado fazem parte de um tratamento para a recuperação total do paciente. Pois a UTI é sem dúvida imprescindível para o avanço terapêutico. Porém impõe nova rotina ao paciente o qual deverá se submeter à treinamentos renovados, sessões de entrosamento intensivo, superação de desfalques e contusões e injeção de RAÇA 13 vezes ao dia! Outro aspecto importante é a interação UTI-paciente com a equipe médica, apoiando e acreditando nas decisões de Luxemburgo e Alexandre Kalil.

Futebol é a nossa cultura, e o Galo a minha paixão!
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Uma vitória para reacender as esperanças


O Galo conquistou neste sábado uma importante vitória para as pretensões do time em conquistar um lugar melhor na tabela. Depois de um primeiro tempo morno, sem muitas emoções, o Galo conseguiu superar o futebol burocrático e envolveu o Guarani no segundo tempo marcando 3 gols e conquistando a vitória.

Esta vitória leva a torcida a acreditar que poderá ser o inicio da tão esperada seqüência de vitórias no Brasileirão, uma vez que Tardelli voltou a mostrar seu bom futebol, assim como Diego Souza. Outros destaques foram o bom desempenho do lateral Rafael Cruz e o Gol do Obina.

Os 3 próximos jogos do Galo serão contra Santos(f), Flamengo(f) e Palmeiras(c), Campeonato Brasileiro é assim... não tem jogo fácil, e está na hora do Galo mostrar a que veio. Analisando a tabela verificamos que neste final de agosto e no mês de setembro teremos uma concentração grande de jogos, então é a hora de reagir para que quando o campeonato entrar em seu momento decisivo, o Galo esteja entre os primeiros do campeonato.

Hoje somente 6 pontos separam o primeiro time fora da zona do rebaixamento (Grêmio Prudente 15 pts) e o último time do G4 que é o Botafogo (21pts), portanto, o campeonato ainda esta bastante embolado, com chances e tempo para que os times que estão na parte de baixo da tabela possam se recuperar.

A torcida ainda espera pelas estréias dos reforços Mendez e Rever. Desta forma, com o time se encontrando e com as estréias destes ótimos jogadores, teremos claras condições de sonhar com um papel de destaque ainda neste campeonato.

Abraço a todos e Vamos Galo!
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Luxemburgo com a corda no pescoço


Caros leitores, minha tarefa hoje era escrever sobre a Historia dos jogos entre Galo x Grêmio Prudente. Bem, ao contrário do Galo, o Grêmio Prudente é um time sem torcida, sem tradição e sem disputas importantes por títulos, e assim não temos muito o que falar do passado entre os dois times. Portanto falaremos do jogo de hoje, este com certeza entrará para a História deste confronto, e espero que de uma boa forma, que seja como a arrancada do Galo para o titulo da Sul – Americana.

Todos nós sabemos que esta partida tem uma importância muito grande, não vale só uma vaga na próxima fase, vale também uma tranqüilidade para o trabalho do Vanderlei, assim como deve valer também seu emprego no Galo.


O Grêmio Prudente vem para este confronto como franco atirador, já o Galo assim como Luxemburgo entra com a corda no pescoço. Se perder, poucas coisas mudarão para o time do interior Paulista, já para o Galo pode representar o fim do tão falado projeto e o inicio de uma grande crise.


Pela falta de tradição exposta acima é que vejo que o Galo tem a obrigação de terminar esta quarta feira com uma vaga para próxima fase. Um time que tem uns dos treinadores mais bem pagos do Brasil, e que pelo menos “no papel” tem time superior ao Grêmio Prudente, tem que partir para cima e fazer prevalecer a tradição e a força camisa Alvinegra.


Portanto amanhã é dia de jogo do Galo, é o Galo jogando sua classificação, e como não poderia de ser diferente, dia da torcida acreditar até o fim que a classificação virá, assim como dias melhores para time e toda nação Atleticana.


Abraço a todos e Vamos Galo!
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