img-feed img-feed-email

VAGA CONQUISTADA, VOLTAMOS AO FOCO:BRASILEIRÃO.

TORCEDORES DO GALO PRESENTES NO ESTÁDIO EL CAMPÍM, NA COLOMBIA.


SULAMERICANA: Mais um jogo entre Atlético e o Santa Fé. Mais um jogo de péssimo nível técnico.

Primeiro tempo sofrível. Como disse antes, O time colombiano não tem proposta alguma. Sai para o ataque de qualquer maneira, e se defende como pode. Fazem o que podem. Sem conjunto, tentaram na individualidade de alguns jogadores, vencer o jogo.
O Atlético se comportou muito bem na partida. Levando-se em conta que fomos com o time reserva e somente 3 jogadores no banco.

O Atlético construiu a vantagem em casa. Não podemos exigir muito daquele time que entrou em campo ontem. Podemos exigir que eles, os jogadores, lutem até o fim.Podemos exigir que acreditem. E, eles lutaram, brigaram até o fim. Nada especial. Mas, vamos reconhecer o valor da classificação de ontem, até porque, a prioridade é o Campeonato Brasileiro.

Destaque para Ivan Izzo, auxiliar do Dorival Junior, que comandou o time ontem, para Lima e Cárceres, que jogaram muito ontem.

E o Renan Ribeiro heim? A cada jogo do Atlético, a torcida se pergunta: Porque o outro treinador (não vou citar mais o nome dele neste espaço) não o colocou para jogar? Engraçado é que, ele escalou todos os goleiros disponíveis do elenco, menos a jovem promessa. Porque será?Será porque o outro treinador não tinha vínculos empresariais com o jovem goleiro? Será que o Renan Ribeiro não quis pagar para jogar? Agora não importa mais. O importante é o Atlético tem uma jóia nas mãos. Claro, tem que mostrar muito ainda, mas, pelas atuações, brevemente deixará de ser uma promessa e virará uma realidade. Quantos pontos perdemos neste Campeonato por culpa dos goleiros? Agora, não adianta chorar o leite derramado.

Que venha o Palmeiras.

NOTA 01: Diego Tardelli está de volta. Uma lesão na coxa direita o deixou no DM por 3 semanas. Grande reforço para o clássico.



NOTA 02: O STJD denunciou mais uma vez o meia Diego Souza. Desta vez pelo gesto feito na vitória contra o Corinthians. Para o tribunal, foi gesto obsceno. O quê?
Explico: o gesto citado, nada mais é que o símbolo da Galoucura. O bicho pegando no Campeonato, e o tribunal preocupado com gesto de jogador.

NOTA 03: Nosso eterno ídolo, Olé Marques, finalmente vai fazer seu jogo de despedida. Certeza de uma linda festa. Vai ser na reabertura do Independência. Quando?
Ninguém sabe ainda.


NOTA 04: Arbitragem para o Clássico: A diretoria azul pediu e foi prontamente atendida. O mineiro Sandro Meira Ricci (DF) vai apitar a partida. Os Auxiliares confirmados também: Guilherme Dias Camilo e Márcio Eustáquio Santiago (MG).
Um recado ao presidente: Por favor, depois não vá a imprensa reclamar da arbitragem.


SUB 23: O time Sub-23 do Atlético goleou o Palmeiras por 4 a 1, neste Domingo, no Estádio Alfredo Chiavegato, em Jaguariúna/SP, pela última rodada da fase classificatória da Copa Sub-23. Os gols foram marcados por Rafael Souza, Nikão, Jackson e Joedson. A equipe alvinegra está na liderança do Grupo B, com nove pontos, e está praticamente garantida nas semifinais da competição, mas aguarda a realização dos últimos jogos para confirmar a classificação e conhecer o próximo adversário.
O técnico Rogério Micale colocou em campo a seguinte formação: Paulo Vitor; Felipe, Sidimar, Jemerson (Cácio) e Soutto; Bruno (Pavão), Joedson, Nikão e Alex; Jackson e Rafael Souza (Felipe Augusto).

CATEGORIAS DE BASE: Os times infantil e juvenil do Atlético tiveram um sábado bastante positivo pelo hexagonal final do Campeonato Mineiro. Em clássicos válidos pela terceira rodada, o infantil venceu o Cruzeiro por 2 a 1, enquanto o juvenil derrotou o mesmo rival por 1 a 0. Os dois jogos foram disputados no Campo do Pingo de Ouro, em Capim Branco. Nas duas categorias, o Atlético lidera esta fase final da competição. Os times infantil e juvenil venceram os três jogos disputados até o momento.
Na partida do infantil, o time atleticano abriu o placar aos 13 minutos do primeiro tempo, com Zé Alberto. Na segunda etapa, o atacante Carlos fez 2 a 0, aos 15 minutos. No final do jogo, o adversário descontou, mas não impediu o triunfo alvinegro.
Na categoria juvenil, o gol da vitória atleticana foi marcado por Paulo Henrique, aos 23 minutos do primeiro tempo.
Na quarta rodada, o adversário alvinegro nas duas categorias será o América, em jogos que serão realizados no próximo sábado. No hexagonal final, os times se enfrentam em turno e returno. A equipe que somar o maior número de pontos será a campeã.
Escalações:
Infantil: Rodolfo; Igor, Gabriel, Rodrigo e Pedro; Wellington, Juninho, Mucuri (Paulo) e Anderson (Adalto); Carlos e Zé Alberto. Técnico: Ricardo Resende.
Juvenil: Cleysson; Allan (Paulinho), Victor, Igor e Leandro; Acácio, Manchinha, Gustavo (Henrique) e Lucas Cândido; Paulo Henrique (Josimar) e Leleu. Técnico: Diogo Giacomini.

OBS:Aguardem o post especial sobre o clássico.

VAMOS PRA CIMA DELES GALO!!!
► Leia mais...

1969: O ano que o Galo parou as feras do Saldanha!!!



Dia 3 de Setembro de 2010. Há exatos 41 anos atrás, o GALO vencia a Seleção Brasileira por 2 x 1.Não poderia deixar essa data passar em branco. Foi um espetáculo onde Pelé, Tostão e Cia foram os coadjuvantes e Dario, Oldair e Cia os atores principais.Isto é história, um feito,uma glória. Um orgulho para nós, atleticanos.

A Seleção Brasileira tinha Pelé e Tostão no comando do ataque, tinha acabado de vencer o Paraguai no Maracanã por 1X0 feito que a gabaritava para a disputa da Copa do México de 1970. Mas a pergunta corrente entre todos os torcedores brasileiros era: "Esse time está pronto para a copa?" Enquanto toda a torcida brasileira ainda estava em dúvida; os atleticanos já tinham a resposta: "Não!"

De todas as seleções nacionais de futebol a mais vitoriosa é a do Brasil e de todas as seleções brasileiras, a campeã da Copa de 1970 no México é considerada por muitos especialistas a melhor seleção nacional que já se formou no mundo em todos os tempos. Foi esta equipe, tida como imbatível, que sucumbiu ante o Clube Atlético Mineiro no dia 3 de setembro de 1969
O retrospecto brasileiro contra times de futebol é impressionante:foram setenta partidas, com 51 vitórias, 14 empates e apenas cinco derrotas. Das cinco derrotas, duas foram para times brasileiros, sendo a primeira delas para o Atlético.

O Brasil fez oito amistosos preparatórios para a Copa do México, venceu sete e empatou apenas um, com a Seleção da Iugoslávia, depois, venceu os seis jogos eliminatórios, marcando 23 gols e sofrendo apenas dois. O sexto e o último jogo foi uma vitória de 3x1 sobre o Paraguai ante um público recorde de 183.341 torcedores no Maracanã. A Seleção Brasileira havia recuperado o orgulho perdido depois do fiasco na Inglaterra e se considerava pronta para ganhar o Mundial. Como fase final de preparação, o Brasil iniciou uma nova série de jogos amistosos, sendo o primeiro contra o Atlético, no Mineirão.

Na época, o Mineirão, inaugurado em 1965 era um estádio novo e moderno e o Atlético um adversário constantemente requisitado por seleções nacionais. Em dezembro de 1968 o Atlético venceu por 3x2 a Iugoslávia, que havia empatado com o Brasil. Em janeiro de 1969 o Atlético empatou com a Hungria por 2x2, em março de 1969 ganhou da Rússia por 2x1.

Do time do Brasil que disputou e venceu a final do mundial de 1970, nove titulares entraram em campo naquele dia, apenas Brito e Clodoaldo não faziam parte da equipe que perdeu para o Galo. O ataque do Brasil, que já contava com Gérson, Tostão, Pelé e Jairzinho, só conseguiu marcar uma vez contra o Atlético, mesmo assim, um gol impedido de Pelé que o juiz não anulou.


O Galo entrou em campo com a camisa da Seleção Mineira.


O técnico da Seleção não convocou os atleticanos Oldair e Dario, que na época estavam em grande fase. Além disso, havia uma rixa pessoal entre os dois lendários técnicos João Saldanha do Brasil e Iustrich do Galo. E essa rixa ficou ainda mais forte quando Iustrich afirmou que o Atlético venceria as "Feras de Saldanha" se as duas equipes se enfrentassem. Quase que imediatamente Saldanha aceitou o desafio.

Um bandeirão foi apresentado pela 'Massa' no dia do jogo. Este é o primeiro bandeirão que se tem notícia no futebol brasieiro. Patrocinado por Julio 'o mais amigo' dono de um supermercado bastante popular na época, o armazem do Julio, localizado em na rua Valdomiro Lobo em frente a Rodoviária(onde se localiza o supermercado EPA).




O clima de rivalidade entre o GALO e a Seleção era tão grande que na véspera do jogo que o Brasil enfrentou o Paraguai os jornais mineiros noticiavam: "Todo o Atlético está torcendo para a Seleção vencer." Mas o Galo também exibia uma insolência digna de poucos clubes de raça. Na quarta-feira 3 de setembro de 1969, o que viu em campo foi a impetuosidade, vestida não com a camisa alvinegra, pois a CBD não permitiu. O Galo foi obrigado a entrar no gramado com a camisa da Seleção Mineira.

A Massa lotou o Mineirão e logo aos dois minutos quase saiu o primeiro grito de gol do GALO. Dario passou por Djalma Dias e Joel e chutou forte, Félix saltou e mandou para escanteio. Na defesa, Oldair não permitia que Pelé e Tostão se entendessem. No meio-campo, Gerson e Piazza perdiam quase todos os lances para Amauri e Laci. O Galo queria jogo, ao contrário da Seleção. Sempre que podia As Feras de Saldanha esfriavam o jogo. Aos 30 minutos Dario inebriou a torcida ao descer despingolado pela esquerda. Passou por Joel e Djalma Dias e mandou o balaço. Félix defendeu e soltou nos pés de Tião, que chutou pra fora. Até então o goleiro Mussula do GALO não tivera maiores problemas com os atacantes da Seleção Brasilieira. Apenas uma vez Tostão chutou sem perigo.

Aos 40 minutos, Oldair roubou a bola e tocou para Humberto Monteiro que lançou Amauri. O ponta- de-lança invadiu a área e chutou uma bola sem defesa para o goleiro Félix. GALO 1X0. Era o sonho atleticano de derrotar a Seleção Brasileira que começava a se concretizar.

Só depois do gol atleticano que a Seleção Brasileira começou a procurar jogo. Já no segundo tempo, a Seleção marca no seu primeiro ataque logo aos 3 minutos. Carlos Alberto Torres cruzou a bola para Pelé, que impedimento marca 1X1. Depois de muita reclamação, o gol do Rei do Futebol é confirmado. Os jogadores do Atlético ficam revoltados: "Isso é armação, é armação.... não vão deixar agente vencer!"

Com o gol, a seleção avançou para o ataque, o Galo sentiu o golpe e a dificuldade que era enfrentar a melhor equipe de futebol de todos os tempos! Mas mesmo assim, com a ajuda da Massa, começou a equilibrar o jogo lá pelos 15 minutos da etapa complementar. E quatro minutos mais tarde, Dadá Maravilha ganha de Joel e Djalma Dias, e manda um balaço para o fundo das redes do goleiro Félix, Galo 2X1. O Mineirão quase vem a baixo. A Massa começa a agitar! E em campo só dá Galo.



A equipe de Saldanha se perde em meio aos gritos da Massa e o jogo envolvente do GALO. Diante do show de bola atleticano, os jogadores da Seleção Brasileira perdem a cabeça e Carlos Alberto Torres é expulso por reclamações e com jogador a menos o Brasil apenas joga para não levar mais gols, pois seria uma humilhação grande demais.

Aos 40 minutos do segundo tempo, a Massa começa a cantar: " Ai ai ai ai...., tá chegando a Hora.... " Como a vitória simples bastava ao Atlético, o time apenas rodava a bola ouvindo a torcida cantando “olé, olá, o nosso Galo tá botando pra quebrar” além de “1,2,3 o Brasil é freguês, 4,5,6, vem mais forte da outra vez” até que o juiz apitasse o fim da partida.

E com o apito final do juiz, o Galo fez que muito poucos puderam fazer: Derrotar a Seleção Brasileira de Pelé, Tostão, Gerson e cia! Em 13 de junho de 1972, houve outro jogo entre Galo e Seleção Brasileira. Entretanto, neste jogo não houve vencedores e nem gols. Por isso, o Galo é o único clube do mundo que enfrentou e venceu a seleção brasileira e ainda se mantém invicto. Só o GALO e mais ninguém!!!

Depois do jogo, enquanto Pelé criticava a torcida do Galo pela falta de patriotismo os jogadores do Atlético, que vestiam o uniforme da seleção Mineira por exigência da CBD, retiraram as camisas de Minas Gerais e deram a volta olímpica no gramado com as camisas alvinegras, que estavam sob o uniforme de Minas Gerais. As arquibancadas quase foram abaixo com o grito de Galo que todo o mundo conhece. No mesmo dia, iniciou-se a crise que levou a demissão do técnico João Saldanha, do comando da Seleção Brasileira, poucos meses depois, dentre outros motivos, porque Saldanha se recusava a convocar Dario, contrariando aos apelos da torcida e também do Presidente da República.

Vejam também um vídeo produzido pelo histórico CANAL 100:
http://www.youtube.com/watch?v=uVGC24Ud-jE



Atlético 2 X 1 Seleção Brasileira
Atlético: Mussula, Humberto Monteiro,Grapete, Vantuir, Oldair Lacy, Amauri e Lola, Beto, Dario e Tião
Técnico: Iustrich
Brasil: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo(Everaldo); Piazza e Gérson(Rivelino); Jairzinho, Tostão(Zé Carlos), Pelé e Edu(Paulo César Lima).
Téc: João Saldanha
Data:03/09/1969
Local:Mineirão
Juiz: A Ferreira(Brasil)
Gols: Amauri(Galo) aos 40 minutos do primeiro tempo. Pelé(Brasil) aos 3 minutos do Segundo tempo e Dario(Galo) aos 19 minutos do segundo tempo.

FONTES: Site do Movimento 105,Web Galo,Site Oficial do Clube Atlético Mineiro e Galo Digital.


Não se apaga a história. E histórias foram feitas para serem contadas e nunca esquecidas.

VAMO PRA CIMA DELES GALO!!!
► Leia mais...

Os números falam: O time do Santos é freguês do Galo


Domingo o Galo enfrentará o time do Santos pelo campeonato Brasileiro, uma ótima oportunidade do Atlético confirmar sua ascensão e começar a sair da desconfortável zona de rebaixamento.

O Galo já enfrentou o Santos pelo campeonato Brasileiro em 42 jogos, e é o maior vencedor destes confrontos. Desde 1971 foram 42 jogos, sendo 18 vitórias para o Galo, 12 para o Time da baixada Santista e 12 empates. Portanto, o Santos, time de tradição, que já teve em seus elencos jogadores como: Pelé, Carlos Alberto, Diego, Robinho, e mais recentemente Neymar e Ganso, é freguês do Galo! Sabemos que cada jogo é um jogo e o que importa é o próximo confronto, por isto esperamos que domingo o Galo possa ampliar o numero de vitórias sobre o Peixe, sair mais uma vez vitorioso e somar mais 3 pontos.

Pelo Campeonato Brasileiro, a história deste confronto iniciou em 1971, com a criação da competição. Destaque para a parte decisiva do Campeonato, onde 4 times disputavam pelo grupo B, em jogos de ida e volta, quem iria para o triangular final que apontaria o primeiro campeão brasileiro. Os quatro times do grupo B eram: Galo, Santos, Inter e Vasco. No primeiro jogo entre Galo e Santos por esta fase decisiva, o Galo saiu derrotado do Pacaembu por 2 X 1, gols de Nenê e Mazinho para o Santos, e Ronaldo para o Galo. No jogo de volta no Mineirão, a casa do Galo estava como de costume em nossos jogos, cheia. Muitos torcedores para incentivar o time, ver um grande espetáculo e assistir Pelé jogar. Mas para os que foram ver Pelé, acabaram por ver uma vitória com muita raça do Glorioso por 2 X 0, além do show de bola de jogadores como: Vantuir, Cincunegui, Humberto Ramos, Dadá e Oldair (autor dos dois gols do Galo).


GALO CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1971

Mais recentemente, podemos destacar outro grande confronto entre Galo e Santos. Foi nos jogos das quartas de finais da copa do Brasil deste ano. No primeiro jogo o placar foi de 3 x 2 para o Galo, acredito que esta tenha sido a melhor partida do Galo no ano até agora, com o time do Luxa mostrando um futebol superior ao do badalado time do Santos e empolgando a Massa. No jogo de volta, cercado de polêmicas, onde na comemoração do titulo paulista, os jogadores do Santos, principalmente Robinho, André e Neymar provocaram o técnico Luxemburgo e Tardelli, o Santos venceu por 3 x 1, desclassificando o Galo da competição com direito a um grande futebol apresentado pelos demasiadamente talentosos e não menos mascarados, meninos da vila.

Abraço a todos e Vamos Galo!
► Leia mais...

UTI - Unidade de Torcida Intensiva
















A UTI (Unidade de Torcida Intensiva) atua na necessidade de oferecer suporte avançado para vitórias do CLUBE ATLÉTICO MINEIRO; paciente que encontra-se agudamente doente e que possui chances consideráveis de sobreviver. Destina-se a recuperação do paciente que apresenta um quadro de instabilidade na tabela do campeonato Brasileiro e com potencial de gravidade por encontra-se na zona de rebaixamento. Zona de Rebaixamento é um ambiente de alta complexidade, reservado e único aos times que por razão de maus desempenhos durante os jogos não conseguiram manter estável a saúde do clube no decorrer do Campeonato Brasileiro. Em conseqüência disso a UTI se propõe estabelecer monitorização completa e vigilância durante todas as partidas, se sub-dividindo em:

UTI - MÓVEL:
possui torcedores que podem ser encontrados numa Unidade de Torcida Intensiva tradicional, porém que se deslocam ao estádio destinado à ocorrência da partida promovendo condições de evitar ao máximo que o paciente piore seu quadro clínico até o fim dos 90 minutos de jogo (percurso pelo qual o Clube Atlético Mineiro precisa passar sem levar gols e sim os fazendo contra adversários anteriormente pré-determinados). É responsável por lotar os estádios, levantar as bandeiras e cantar o hino do GALO dentre outras músicas que o vangloria e comemorar com exaltação extrema os gols do seu time, enaltecendo os jogadores.



UTI - NEONATAL:
São filhos de torcedores de outras UTIs que deverão receber cuidados diferenciados e progressivos para o desenvolvimento do sentimento Atleticano para mais tarde ser integrante das UTIs já instaladas. É de extrema responsabilidade das UTIs paternas levarem os filhos devidamente uniformizados aos estádios e não deixar faltar picolé e chips.




UTI - HOME CARE: É a opção para torcedores que participam da UTI e não podem, por motivo de forma maior, se descolar ao estádio onde a partida será realizada. Esse torcedor conta com o conforto de sua residência, para reunir outros torcedores que também acompanharão os jogos pela televisão ou rádio. É a proposta mais em conta para o orçamento do torcedor, pois a organização será dividida entre os mesmos torcedores. Essa sub-divisão da UTI conta com a monitoração ininterrupta do doente pelos torcedores durante os 90 minutos de partida. Podendo ser acrescida também por dieta especial (Churrasco, Tira-Gostos Mineiros, Cerveja, Vodka, Cachaça, entre outros), ventilação mecânica (ventilador, climatizador ou ar-condicionado) e remoção por carona não alcoolizada ou por meio de transporte público.


As doenças que assolam o Galo são inúmeras o que torna muito difícil a compreensão de todas elas. Por isso a UTI atua diretamente nos ditos jogos, para tirar o paciente de um estado crítico de saúde com perigo iminente de queda, pondo o mesmo em uma condição que possibilite a continuidade à evolução na tabela do Campeonato Brasileiro.
É muito importante tanto para o paciente como para os médicos (Luxemburgo e Kalil) compreender a UTI como peça fundamental para superação da doença. A presença da UTI nos jogos, a cobrança de gols, bom desempenho e resultado fazem parte de um tratamento para a recuperação total do paciente. Pois a UTI é sem dúvida imprescindível para o avanço terapêutico. Porém impõe nova rotina ao paciente o qual deverá se submeter à treinamentos renovados, sessões de entrosamento intensivo, superação de desfalques e contusões e injeção de RAÇA 13 vezes ao dia! Outro aspecto importante é a interação UTI-paciente com a equipe médica, apoiando e acreditando nas decisões de Luxemburgo e Alexandre Kalil.

Futebol é a nossa cultura, e o Galo a minha paixão!
► Leia mais...

/

Brasileirão 2010 - Série A

Carregando tabela de Central Brasileirão...
Tabela gerada por Central Brasileirão
 
▲ TOPO ▲
BlogBlogs.Com.Br