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GALO FORTE VINGADOR:QUE BOM TÊ-LO DE VOLTA!!!



Esse é o espírito atleticano. Gol aos 48 do segundo tempo e virada na base da raça.
Duas vitórias seguidas. Voltamos a respirar sem a ajuda de aparelhos.

E não é que, nos dias que antecederam o jogão de ontem, surge um tal de Paulinho, jogador do Corinthians, dizendo que eles iam atropelar o Galo?
Pois é, deu no que deu.

O Atlético começou bem. Não tomou gol no início do jogo, como vinha acontecendo. Parece que o Dorival corrigiu este erro. Diego Souza em jogada individual, quase abriu o placar. O Corinthians saiu pro jogo, e quase marcou em 3 lances seguidos. O que o Renan Ribeiro estava fazendo como 3º reserva esse tempo todo? O jovem goleiro salvou o galo em 2 oportunidades claras para o adversário, cara a cara com o atacante, o jovem cresceu e fez duas belas defesas.
Mas, em um lance estranho, um cruzamento da direita, saiu o gol do Corinthians. Em minha opinião, quem falhou foi o zagueiro Lima. Zagueiro não pode marcar a bola. Se ele desse um passo para trás, tirava a bola. E nosso goleiro, na tentativa de salvar, acabou se estranhando com o zagueiro, e a bola sobrou limpa para o tal de Paulinho.
O Galo não se abalou. Voltou para o segundo tempo com Obina no lugar de Diego Macedo. Serginho foi ocupar a ala direita. E em um escanteio, aos 15 minutos, Werley empatou o jogo. A virada era questão de tempo. A Arena do Jacaré lotada, a massa jogando junto. Aí fica difícil segurar o Galo.



E foi aos 33 minutos, veio à virada. Falta na intermediária, Serginho colocou a bola na cabeça de Zé Luis, que só desviou para o fundo das redes, do bom goleiro Júlio César.Loucura total na Arena. Aí, foi só jogar com inteligência, segurando o Corinthians no meio de campo. Eron ainda teve uma chance de ouro, merecia o gol, mas chutou em cima do goleiro.

O Galo fez sua obrigação. Vem conquistando o respeito de volta. Ficou mais uma vez claro, que certos jogadores não queriam Luxemburgo como comandante. Diego Souza jogou bem. Vem crescendo a cada jogo. Vale citar a base do Galo. Disse aqui antes, que quem iria salvar o Galo mais uma vez seriam os jovens da base. Agora tem que ser coração, raça, vontade. Ontem jogaram: Renan Ribeiro, Lima, Werley, Eron, Serginho, Renan Oliveira. Metade do time foi de jogadores da base. Meu tio, Emídio, costuma dizer que se o Galo quiser ser campeão de alguma coisa, tem que ter no time 5 ou 6 jogadores da base. Sempre foi assim.

Tirando a empolgação da vitória de ontem, o Atlético tem que manter a humildade, e essa postura dentro do campo. Pensar e jogar 1 jogo de cada vez. Serão várias batalhas até o fim do Campeonato Brasileiro. Espero e acredito num final feliz.

Parabéns Dorival, Renan Ribeiro, Werley e Serginho. Foi uma vitória da superação, da raça e da vontade de vencer.

E a imprensa mineira colocando o confronto entre Atlético x Adilson? Bom, acabou o assunto né.

E o árbitro ontem heim? Atropelamos ele também. Abre o olho Kalil!

E a expulsão do Fernandinho? Estou até agora sem entender!

A próxima batalha é contra o Internacional, no Beira Rio. Outro Clássico. Outro jogo complicado. O Galo vem numa crescente. O inter perdeu ontem para o Ceará e tem vários problemas para o jogo: D´alessandro, Tinga, Giuliano, Andrézinho e Rafael Sobis são desfalques. Muito bom para o Atlético. Acredito num bom resultado em Porto Alegre.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO 2 x 1 CORINTHIANS
Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 06/10/2010 Estádio: Arena do Jacaré
Cidade: Sete Lagoas (MG)
Gols: Paulinho (43’), Werley (60’), Zé Luis (77’)
Público: 16.967 Renda: R$ 80.185,00
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA)
Cartões amarelos: Diego Souza (Atlético); Danilo (Corinthians)
Atlético
Renan Ribeiro; Diego Macedo (Obina), Lima, Werley e Eron; Alê, Serginho, Zé Luis e Ricardinho (Renan Oliveira); Diego Souza e Ricardo Bueno (Neto Berola). Técnico: Dorival Júnior.
Corinthians
Júlio César; Alessandro, Thiago Heleno, William e Roberto Carlos (Leandro Castan); Moacir, Jucilei, Paulinho e Bruno César; Iarley (Souza) e Dentinho (Danilo). Técnico: Adilson Batista.


Frase da semana: ‘’O pão do Luxemburgo só caía com a manteiga virada para baixo. O Dorival chegou, e tirou a manteiga do pão’’(Tio Roberto)

CATEGORIAS DE BASE: Em partida realizada na tarde desta quarta-feira, o time júnior do Atlético venceu o Contagem por 2 a 0, pela terceira rodada do hexagonal final do Campeonato Mineiro. O jogo foi disputado no Campo do Frigoarnaldo, em Contagem. Os gols alvinegros foram marcados por Diney. Com o resultado, a equipe chegou aos nove pontos, e manteve a liderança desta fase final da competição. Além da vitória sobre o Contagem, os juniores venceram o América (1 x 0) e o Cruzeiro (4 x 0).
No jogo desta quarta-feira, o primeiro gol atleticano foi marcado por Diney, aos 39 minutos da etapa inicial. No segundo tempo, o meia atleticano fez mais um, aos 15 minutos, e garantiu a vitória.O técnico Rogério Micale escalou a equipe com Paulo Vitor; Felipe, Sidimar, Rian (Igor) e Soutto; Paulinho, Alex (Cácio), Luan (Fernando Viana) e Diney (Pavão); Wescley e Felipe Augusto (Vitor).
Na próxima rodada, que será realizada no dia 23 de outubro, o adversário atleticano será o Uberlândia.

NOTA 1: A CBF remarcou para 17 de outubro a partida entre Atlético e Avaí, em Sete Lagoas, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Inicialmente, o jogo estava marcado para o dia 16 de outubro. O horário de 18h30 foi mantido.
NOTA 2: O Flamengo mandou o Zico embora.Luxemburgo chegou. Ademg informa: Sai Zico, entra Zica!!!!

VAMOS PRA CIMA DELES GALO!!!
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Galo: Caminhando a passos largos rumo a segundona!!

Mais uma derrota. Novidade? Nenhuma.

Vamos ser realistas: com esse aproveitamento, vamos cair para a Série B.

Não sou eu que estou dizendo. São os números. Perdemos para o ''Fantástico'' e ''Selecionável'' Vitória da Bahia.


O JOGO: Aos 15 minutos do primeiro tempo o Galo já perdia por 2 x 0. Pra quem tinha prometido 100% de comprometimento, já dava pra ver que tem algo de podre no reino da Cidade do Galo. O Atlético chegou duas vezes: uma bola trave, depois do chute do Tardelli, Obina colocou a cabeça e a bola bateu no travessão. Outra vez Tardelli, levou para o meio e bateu para a fácil defesa do goleiro do Vitória.Aos 41 minutos, em jogada individual, Daniel Carvalho diminuiu para o Galo. Um gol que acendeu a luz verde. Disse: o Vitória com um jogador a menos vai empatar. A virada é questão de tempo. Como diz o Charles Henrique do Pânico: ‘’Falha no engano’’.

O time continua um junta junta. O ‘’profexô’’ não conseguiu dar padrão a esse time. Nenhuma jogada ensaiada. Nenhuma mesmo.

No Segundo tempo, pressão total do Galo. Uma pressão que engana a maioria dos torcedores. Pressão de posse de bola. Aos 20 minutos, Neto Berola empatou. 2 x 2. A virada era questão de tempo, pois a ‘’pressão’’ continuava. 10 minutos após o gol do Galo, Schwenck roubou a bola, passou para Henrique, que no meio de 5 jogadores do Atlético, entrou na área e chutou. 3 x 2 Vitória. Ducha de água fria? Não, Foi uma chuva de granizo.


Confira a Ficha Técnica

Após algumas lideranças (existe lideranças?) do elenco darem entrevista coletiva semana passada, dizendo-se totalmente comprometidos com o time e a torcida, e que, iam se juntar e ficarem concentrados 15 dias, perdemos para o "fantástico" time do Vitória por 3 x 2, com um jogador a mais desde o primeiro tempo e jogando em casa com a torcida apoiando a maior parte do tempo. Vejam na ficha técnica, a escalação do time do Vitória. Ese time é melhor que o nosso? Claro que não, mas nome não ganha jogo. Vários fatores podem definir um jogo. Um deles é à vontade. Portanto, Vitória merecida do Vitória.

Diego Tardelli disse em alto e bom tom que falta vontade de alguns jogadores. Porque não diz os nomes? Luxemburgo amenizou.

E por falar no Luxa, já deu né. Mas ele disse que não sai, que não abandona o barco, que não é covarde, que não nasceu para perder.

Perdeu 14 vezes no Campeonato Brasileiro. Ele não vai sair, porque não quer perder a multa rescisória. Simplesmente isso.

Dizem que a relação do Kalil com o Luxa não anda das melhores. Depois que o treinador declarou na imprensa a questão de um possível atraso de salários proposital. O presidente não gostou. Está forçando a saída do Luxa. Mas o Luxa vai bater o pé. Kalil não quer pagar a multa. Luxa só sai demitido por causa dela. Guerra de vaidades e financeira.

Eu estava cobrando uma postura do Diretor de futebol, Eduardo Maluf .Só que esqueci de um detalhe: ele não tem o poder que tinha no rival. Lá, ele que botava a cara nos momentos difíceis. No galo, Quem manda é o Luxa. Desculpe Maluf.

Será que iria adiantar nessa altura do Campeonato, trocar o treinador? Precisamos de um fato novo. Esse fato novo teria que ser a vitória. Não existe hoje, outro fato que possa mudar a situação do Galo. O projeto deu errado. O planejamento deu errado. O Luxemburgo não conseguiu. Daniel Carvalho não entrou em forma. Diego Souza não consegue jogar.

Próximo jogo: Fluminense no Rio. Goleada a vista. Faltam 15 jogos. Segundo os matemáticos, o Atlético precisa de 8 ou 9 vitórias em 15 jogos. Eu discordo. Precisamos de 8 vitórias em 10 jogos. Explico por que: não vamos ganhar do Fluminense, Inter, Corinthians, São Paulo e Palmeiras.


COPA SUB 23: O Atlético estreou de forma positiva na Copa Sub-23 ao vencer o Avaí por 1 a 0, neste domingo, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. A partida foi a preliminar do jogo entre Atlético e Vitória, pelo Campeonato Brasileiro. O gol foi marcado pelo meia Wendel, aos 13 minutos do 2º tempo.Na próxima rodada, quinta-feira, o adversário será o Fluminense. A partida será disputada no Rio de Janeiro. O técnico Freddy Rincón, que está sendo auxiliado pelo treinador da equipe júnior, Rogério Micale, escalou a equipe com Renan Ribeiro; Felipe, Sidimar, Paulo Roberto (Jemerson) e Pavão, Alex, Zé Luis (Cássio), Nikao (Breno) e Wendel; Jackson e Jheimy. Técnico: Freddy Rincón.

CATEGORIAS DE BASE: Em partidas realizadas no último sábado, o time juvenil do Atlético venceu o Aeroporto de Três Pontas por 1 a 0, enquanto o infantil empatou por 1 a 1 com o Araguaia, pela nona rodada do Campeonato Mineiro. O jogo do infantil foi disputado no Campo do Boa Vista, em Nova Serrana, e o do juvenil no Estádio Ítalo Tomaginini, em Três Pontas.A equipe juvenil conseguiu a vitória com um gol de Leleu, aos 12 minutos do primeiro tempo. No jogo do infantil, o gol atleticano foi marcado por Gabriel, aos 26 minutos da etapa final. Na próxima rodada, que será realizada na quarta-feira, o adversário alvinegro nas duas categorias será o Ferroviário.

Escalações:
Juvenil: Cleysson; Allan, Rodrigo, Igor e Leandro; Acácio, Gustavo (Manchinha), Isaac e Lucas Kattah (Lucas Cândido); Josimar (Paulo César) e Leleu (Álvaro). Técnico: Diogo Giacomini.
Infantil: Rodolfo; Igor, Gabriel, Andrey e Pedro; Yago, Juninho, Vagner e Anderson; Carlos e Zé Alberto. Técnico: Ricardo Resende.

REAGE GALO!!!!
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Obina: A cara do Galo!!!



Falam em sofrimento. Eu enxergo de outra forma. Emoção demais. Digo emoção, pois o Atlético sempre nos proporciona esse sentimento. Sofrimento, são terceiros que dizem.
Nós atleticanos nunca dizemos isto. Querem enfiar guela abaixo essa expressão. Eu não aceito e tenho certeza que os alvi negros também não. O Galo é emoção!

Ganhamos uma batalha. O time correspondeu no sentido de vontade e não desistir. Mas, nós torcedores, não estamos satisfeitos com o desempenho de alguns jogadores. Eu disse que temos que jogar igual time pequeno, fora de casa. Hoje, jogamos em casa (Sete Lagoas), e ‘’goleamos’’ por 1 x0 . Mandamos no jogo desde o primeiro minuto. O meio de campo tocava muito bem a bola. A habilidade predominava, com Ricardinho e Daniel Carvalho. Obina brigava o tempo todo.
O Galo tomou a iniciativa do jogo. O Prudente veio para buscar o empate. Cada um no seu quadrado. Cabia ao Galo pressionar e buscar o gol. Isto aconteceu o tempo todo, só que, com deficiência. Foram várias bolas cruzadas na área, mas os laterais do Galo, cruzando sem olhar, a fim de se livrar da bola, não resultou em nada.

Um destaque: Diego Souza. Destaque negativo. Jogou 55 minutos e pegou 4 vezes na bola. Alguém tem que explicar. Ou ele se explique. Preparo físico ridículo. Parece que está em campo obrigado,uma má vontade que o sumido diretor Eduardo Maluf tem que explicar.

No primeiro tempo, o Galo atacava sem sucesso. Não faltava empenho. No meio de campo, Ricardinho e Daniel Carvalho tocavam a bola com categoria. Jataí sentiu a coxa e deu lugar a Serginho. Obina acertou a trave, e na volta, Daniel Carvalho chutou por cima. E uma cabeçada de Diego Souza completou os principais lances do Atlético no primeiro tempo. Como eu disse, o Galo teve posse de bola, atacou o tempo inteiro, mas foi incompetente e burocrático.
O Segundo tempo não foi muito diferente. Luxemburgo trocou Fabiano por Mendez. O time melhorou, muito pouco. Aos 10 minutos, sai Diego Souza, entra Neto Berola. O time melhorou de novo, mas não conseguia concluir as jogadas. Eu pedi no post passado, a entrada do Neto Berola, pra incendiar o jogo.Ele entrou e o jogo mudou.

E na base o abafa, aos 42 minutos, Ricardinho deu um lindo passe para Obina dentro da grande área, que dominou e sem deixar a bola cair, emendou um chutaço e salvou a pátria alvi negra. Obina, Obina,Obina. Que bom que a massa pode contar com você. È bom ver você jogar, vestir o manto e honrar a camisa alvi negra. Brigou, lutou o tempo todo. Com ele, não tem bola perdida. Um recado pro Tardelli: fez o que fez, e agora vai comer banco!
Valeu pela insistência, pela raça, pela vontade de todo o grupo, com exceção de Diego Souza. Respiramos. O time fez sua obrigação. Venceu em casa.

Na próxima rodada, vamos ao Paraná, enfrentar o Atlético Falso. Vamos buscar pontos. E mais uma vez peço ao Luxa: Vamos jogar como time pequeno. Desse jeito temos condições e trazer pontos. Serginho é desfalque pelo terceiro cartão amarelo.Fabiano é um bom reserva. Rafael Cruz merece mais uma chance na Lateral Direita e o Diego Souza, enquanto não quiser jogar, nem no banco merece ficar. Tem que jogar, quem realmente quer jogar. Ë só afastar, igual fizeram com o Tardelli, que fez birra porque não foi vendido. Ou alguém acredita nessa lesão?

Valeu Galo. Valeu Obina. Valeu a presença da massa na Arena do Jacaré. 13 mil presentes, empurrando o time o tempo todo. Quando o time corresponde, jogando com vontade, a massa joga junto, independente do resultado. Assim como o time, a torcida também não desistiu nem um minuto.

Ficha técnica:
Atlético 1 x 0Grêmio Prudente

Atlético
Fábio Costa; Diego Macedo, Werley, Réver e Leandro; Rafael Jataí (Serginho, 7 do 1º), Ricardinho, Fabiano (Méndez, intervalo) e Diego Souza (Neto Berola, 10 do 2º); Daniel Carvalho e Obina
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Grêmio Prudente
Giovanni; Paulo César (Robert), Anderson Luís, Leonardo (Fábio Boaventura, intervalo) e Diego; João Vítor, Rodrigo Mancha, Adriano Pimenta e Marcelo Oliveira; Eduardo Ramos (Rafael Martins, 35 do 2º) e Hugo
Técnico: Marcelo Rospide

Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas
Motivo: segunda rodada do returno da Série A do Brasileiro
Gol: Obina, 42 do 2º tempo.
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistentes: Marco Aurélio Pessanha e Luiz Muniz de Oliveira (RJ)
Cartão amarelo: Paulo César, Leonardo, Adriano Pimenta, Serginho, Réver, Obina
Pagantes: 12.380
Renda: R$ 60.875

VAMOS PRA CIMA DELES GALO!!!

Devagar e sempre. Com emoção!!!
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A batalha épica da Libertadores 1976: Cruzeiro 5 x 4 Inter


O Cruzeiro classificou-se para a Libertadores de 1976 na vitória de 3×2 sobre o Santa Cruz no jogo único pela semifinal do Campeonato Brasileiro, em 07 de Dezembro de 75, no Recife.

O gol de Palhinha aos 46 do 2º tempo, garantiu não só a presença na final como também a terceira participação do clube no torneio sul-americano, a segunda consecutiva.


O calendário cruzeirense de 1976 começou em 18 de Janeiro, pra disputar a 1º partida da decisão da Taça Minas Gerais, contra o Atlético-MG, que ficou com o título, que valia um ponto extra no quadrangular final do Mineiro de 1975.


Jair Ventura Filho, o Jairzinho, 33 anos, contratado no início daquele ano, já treinava na Toca da Raposa.
No quadrangular final do Mineiro de 1975 (foi disputado no início de 1976), o Cruzeiro passou por cima de todos os adversários, venceu a Caldense, derrotou o América duas vezes por 2×1, e o Atlético, com um duplo 1×0, conquistando o tetra campeonato mineiro.


Pela fase de grupos da Libertadores, os brasileiros (Cruzeiro e Inter) ficaram no Grupo 3 com os paraguaios Olímpia e Sportivo Luqueño. Apenas o 1º colocado avançava para as semifinais.


Em 07 de Março de 1976, Cruzeiro e Inter fizeram uma partida épica, descrita por muitos como a melhor partida do Mineirão, marcado especialmente pela ofensividade das duas equipes.


De um lado, Raul, Nelinho, Zé Carlos, Jairzinho, Palhinha, Joãozinho e Zezé Moreira. Do outro, Manga, Figueroa, Falcão, Valdomiro, Lula e Rubens Minelli.


Lances capitais do jogo que virou lenda:
· 01 – Darci Menezes falha, Escurinho chuta, Raul Plassmann defende.
· 03 – Joãozinho cruza, Palhinha se antecipa a Figueroa e toca por baixo de Manga. Cruzeiro, 1×0.
· 10 – Nelinho lança da defesa, Figueroa mata no peito, a bola escapa, Palhinha vem por trás e toca para o gol. Cruzeiro, 2×0.
·14 – Lula recebe de Caçapava na intermediária e dispara um petardo indefensável. Inter, 2×1.
· 21 – Joãozinho intercepta passe de Figueroa para Cláudio, avança até a entrada da pequena área, aplica um drible desconcertante em Figueroa e fuzila Manga. Cruzeiro, 3×1.
· 25 – Jairzinho perde boa chance de gol.
· 32 – Figueroa chuta uma bola no travessão.
·39 – Lula recebe, vai ao fundo, aplica uma caneta em Morais e cruza para Valdomiro ajeitar e bater rasteiro sem chance para Raul.Inter, 3×2.
· 06 – Falcão lança Valdomiro, que cruza, Zé Carlos tenta cortar e manda contra o próprio gol. Inter, 3×3.
· 12 – Palhinha acerta cotovelada em Figueroa e é expulso.
·18 – Joãozinho e Jairzinho pressionam Caçapava, Jairzinho fica com a bola, avança e na entrada da área rola para Joãozinho, que de pé direito joga no ângulo oposto de Manga. Cruzeiro, 4×3.
· 23 – Raul defende cabeçada a queima-roupa de Escurinho.
· 25 – Vacaria cruza da esquerda, Escurinho desvia de cabeça para o meio da área e Ramon completa para o gol, também de cabeça.Inter, 4×4.
· 35 – Eduardo dribla dois e solta uma bomba, Manga defende para escanteio.
· 40 – Joãozinho avança, dribla Valdir e é derrubado. Pênalti que Nelinho cobra com violência, deslocando Manga. Cruzeiro, 5×4.
· 45 – Joãozinho dribla dois, chuta por cobertura e Manga desvia para escanteio.
Joãozinho foi o grande nome do jogo. Fez dois gols, deu o passe para outro e sofreu o pênalti que resultou no 5º gol.
Depois do jogo, cartolas do Inter denunciaram que o Cruzeiro havia comprado o Juiz. Tudo porque, ao pagar o trio de arbitragem, obrigação do clube mandante, Carmine Furletti dispensou o troco, coisa de US$50.00.
Depois do jogo, Zé Carlos Bernardo foi claro:
· “Nunca tinha jogado uma partida como esta. Foi emoção demais.”
Em depoimento à Revista do Cruzeiro, duas décadas depois, Osvaldo Faria, comentarista da Rádio Itatiaia, disse:
· “Foi dramático. Era lá e cá. Uma loucura como nunca vi igual no Mineirão.”
Em sua coluna de televisão em O Globo, Arthur da Távola, comentaria, três dias depois do jogo:
· “A plenitude daqueles 90 minutos pôde ser vivida no momento em que ocorreu, pois o desfecho não era sabido até o fim da partida. Mesmo assim, apelo daqui à TV Tupi, programe aquele jogo como atração especial um dia desses. É obra de arte. Raras vezes o futebol brasileiro viveu instantes tão maravilhosos. Cruzeiro 5, Internacional 4, teve a eternidade das grandes batalhas. Daquelas que entram na história pela soma das virtudes tornadas encantamento.”
Links:
· Gols do jogo, na transmissão da TV Cultura/SP:
· Jogos Para Sempre, produção do Sportv, com participação de Nelinho, Lô Borges e Cláudio, dividido em 6 partes. (link da 1ª parte; para as demais pesquisar ‘Jogos Para Sempre – Cruzeiro 5×4’).
· Vídeo da RBS, emissora gaúcha, com comentários de Cláudio Duarte e Vacaria, que atuaram na partida e do jornalista Ruy Carlos Ostermann, entremeados por fotos do jogo. Tem erros factuais, mas vale a pena por mostrar a visão do adversário.


Pra cima deles. Cruzeiro até morrer.


Fontes: Wikipedia e Cruzeiro.org

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Cruzeiro x Palmeiras - Um clássico de grande Rivalidade


Neste Domingo o Cruzeiro vai enfrentar o Palmeiras do grande técnico Felipão e do Gladiador Kléber, em jogo válido pela 19ª Rodada do Brasileirão.

No retrospecto Geral deste Clássico Nacional, o Palmeiras tem uma pequena vantagem, pois em 73 jogos foram 26 Vitórias Celestes, 19 Empates e 28 Vitórias do Palmeiras.

Já nos confrontos pelo Brasileirão, o Cruzeiro leva a melhor. São 15 vitórias do Cruzeiro, contra 14 do Palmeiras e 11 empates.

Na década de 90 as duas equipes se enfrentaram em momentos decisivos, nascendo ai uma grande rivalidade. Em algumas destas grandes histórias o Cruzeiro se deu muito bem, mas em outras o Palmeiras levou a melhor.

Quando entrei para o time do MGFC relatei a minha história de Amor pelo Cruzeiro no jogo da final da Copa do Brasil de 1996. Mas como estamos falando de Brasileirão, um jogo histórico marcou este confronto quando o campeonato Brasileiro ainda era disputado no Mata-mata.

Este jogo foi disputado nas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 1998. O regulamento dizia que, se em dois jogos os times ficassem empatados, teria que ser realizado outro jogo na casa do time que tivesse ficado melhor colocado na fase de classificação. E foi isso que aconteceu. O Cruzeiro venceu o primeiro jogo por 2 a 1 no Mineirão e no segundo jogo o Palmeiras venceu com mesmo placar, no Parque Antártica. Na época o técnico do Palmeiras também era Felipão.

O terceiro e decisivo jogo, foi disputado no Parque Antártica no dia 26 de novembro de 1998. O Cruzeiro fez 2 a 0 no primeiro tempo, com dois gols de Marcelo Ramos. Mas como dizem por aí que o placar de 2 a 0 é perigoso, o Cruzeiro mostrou que isso é verdade, pois logo no início do segundo tempo, o Palmeiras fez dois gols e empataram a partida com gols de Almir e Paulo Nunes. Com esse resultado, a classificação ficava com o Palmeiras que havia ficado em colocação melhor na tabela.

Mas o Cruzeiro tinha Fábio Jr que era um grande matador. Aos 43 minutos do segundo tempo, Muller cruzou rasteiro para Fábio Jr fazer o gol da Classificação Celeste.

Foi um balde de água fria na imprensa Paulista que queria ver 4 times de São Paulo disputando as semi-finais.
Mas o Cruzeiro não quis saber de conversa e venceu o Palmeiras. Neste ano o Cruzeiro foi vice-campeão Brasileiro.


Apesar do Palmeiras não estar em um momento muito bom, espero um jogo bastante disputado principalmente pela rivalidade criada ao longo desses anos.

Vamos Cruzeirooo!

Grande Abraço a todos.
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Galo X Flamengo: “Se gritar pega ladrão...”


Galo e o Flamengo se enfrentarão nesta quinta feira pelo Campeonato Brasileiro. Este é uns dos maiores clássico do Brasil. De um lado, o time mais popular de Minas, do outro o mais popular do Rio. Quando Galo e Flamengo entram em campo para se confrontarem, além dos 22 jogadores, levam para o jogo uma rivalidade de anos de disputas importantes, polêmicas, árbitros vendidos... enfim, muitas histórias para contar.

As histórias destes confrontos dariam vários textos, até mesmo um livro, desta forma escolhi de forma resumida, 2 polêmicas passagens para ilustrar a rivalidade, e fazer relembrar aos que viveram estes jogos, e contar para nova geração, o que se passou naquela década de 80.

Final do Brasileiro de 1980: Na década de 80, Atlético e Flamengo sem dúvida nenhuma tinham os maiores elencos do Brasil, tanto que os dois times eram a base da seleção que disputou a copa de 82. O time do Galo tinha jogadores como: João Leite, Luizinho, Cerezo, Palhinha, Reinado e Éder; o Flamengo contava com: Raul, Júnior, Andrade, Adílio, Zico e Nunes. O Galo, time de tradição, já havia chegado há duas decisões de campeonatos brasileiros, 71 quando foi Campeão e 77; e o Flamengo estava chegando a sua primeira disputa. No primeiro jogo no Mineirão o Galo venceu por 1 x 0, com o Juiz Romoaldo Appi Filho - Da Mãe anulando 2 gols do Galo - começava aí os furtos ao time e a toda nação alvinegra, mas nem o assalto com apito armado, impediu que Éder, Reinaldo e companhia jogassem muita bola e saíssem vitoriosos daquele confronto. No segundo jogo, com o maracanã recebendo um público de 154.355 torcedores, o Flamengo venceu por 3 x 2, mais uma vez o Juiz teve papel de destaque, o Sr. José de Assis Aragão permitiu por todos os 90 minutos jogadas desleais por parte dos jogadores flamenguistas, assim como intimidou jogadores do Galo e inverteu faltas para favorecer o Flamengo. Quando o jogo estava 2 x 1 para o Flamengo, com Reinaldo se arrastando em campo, sentindo uma contusão no joelho, depois de tanta pancada, começou a se ouvir um coro vindo das arquibancadas do Maraca: Bichado! Bichado! Bichado! Mas, mesmo sem a mínima condição de jogo, aos 22 minutos Reinaldo mostrou porque era gênio e Rei do Galo, guardou a bola nos fundos da rede, calando e silenciando uma quantidade significativa de Urubus. Depois do gol, Reinaldo mal conseguindo caminhar, antes de ser substituído, foi expulso por Aragão que alegou cera do jogador, em seguida, Nunes em um contra ataque desempata o jogo dando a vitória e o título ao Flamengo. Lembrando que José de Assis Aragão ainda expulsou Chicão e Palhinha, assim, com 8 jogadores em campo, o Galo perderia seu poder de reação e o Flamengo poderia comemorar o titulo... E seu “serviço” estaria feito.

LIBERTADORES 81 – UM ASSALTO AINDA MAIOR: Pelo Campeonato brasileiro de 80 já falamos sobre “pequenos” furtos, agora vamos falar de assalto de maiores proporções, que dariam inveja ao Sr. Ronald Biggs – protagonista de uns dos maiores roubos do mundo, o assalto ao trem pagador. Neste jogo, o protagonista, como Ronald Biggs, também tinha sobre nome gringo: JOSÉ ROBERTO WRIGHT. O cenário era o seguinte: Galo e Flamengo disputavam uma vaga na próxima fase da Libertadores, já havia ocorrido 2 jogos entre eles, todos dois com placar de 2 X 2, e era necessário uma terceira partida para decidir quem seguiria em frente, obviamente teria de ser em campo neutro, torcida neutra... Tudo para que nada favorecesse nenhum dos dois clubes. A diretoria do Galo só não sabia que o juiz para este jogo não teria neutralidade alguma. O Sr. JOSÉ ROBERTO WRIGHT foi para Goiânia no mesmo vôo da delegação flamenguista, hospedou–se no mesmo hotel, só não vestiu a mesma camisa porque seriam muito óbvias suas intenções. Em campo, os dois times com seus principais jogadores, 11 do lado do Galo e 12 do lado do Flamengo. Aos 20 minutos de jogo em uma falta simples em cima do sempre protegido Zico e sem ter levado nenhum cartão amarelo, o Sr. Biggs, perdão Wright, expulsa Reinaldo. Reinaldo era um jogador diferenciado e que desequilibrava qualquer partida. Pouco tempo depois da expulsão de Reinaldo foi a vez de Éder ser retirado do jogo, pelo simples motivo de na pressa de bater uma falta, esbarrar em Wright. Com a expulsão dos 2 melhores jogadores, e percebendo a má intenção do arbitro, o técnico Carlos Alberto Silva assim como toda comissão técnica invadiram o campo criando um grande tumulto, na confusão WRIGHT expulsou ainda Chicão e Palhinha. Atendendo a Calos Alberto, que vendo o Galo com 4 jogadores a menos, João Leite caiu no gramado reclamando dores, impossibilitando a continuidade do jogo. Depois de alguns dias o Flamengo foi declarado vencedor da partida, chegando a conquistar a libertadores e o mundial de clubes.



Abraço a todos e Vamos Galo!

Obs.: Um abraço para minha esposa JULIETA que é Flamenguista, e vai sofrer um bocado hoje. VAMOS GALO!
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Se não ganhar do Bugre, vai empatar com quem?



È assim que começo esse texto. Não que já esteja secando, de jeito nenhum. Mas, diante da nossa situação, a vitória é mais que essencial para qualquer tipo de pretensões que temos adiante no Campeonato Brasileiro. O Atlético, SEMPRE, é favorito contra o Guarani. Essa vitória, tem que vir hoje, as 18:30 no Ipatingão, nova casa do Galo.

Guarani, campeão Brasileiro de 1978 e vice em 1986. Time que sempre deve ser respeitado. Nos últimos anos passou por uma imensa crise, indo jogar a Terceira Divisão do país. Vem se recuperando, se reestruturando. Renascendo das cinzas.

No último jogo, goleou o surpreendente e bom time do Avaí por 4 x 1. Dependendo do resultado hoje, pode até entrar no G4. É bom o Galo ficar de olho no ótimo atacante Mazola.

Mas a necessidade e obrigação da vitória são do Galo. Está na hora da virada. Como disse meu amigo Beto Gualtieri, quarta-feira, passamos por um teste cardíaco. Ganhando hoje, tenho certeza que a alegria voltará a reinar na Cidade do Galo.

O retrospecto contra o Bugre é totalmente favorável ao Galo: 26 jogos, 14 vitórias, 6 empates e 6 derrotas. Há mais de 10 anos não perdemos para o Guarani, e há mais de 35 anos não perdemos em casa.

Mesmo com a vitória, não sairemos do Z4. Independente da situação, não existe outro resultado aceitável a não ser o triunfo.

Luxemburgo mantém o mistério da escalação do time. Neto Berola, o melhor em campo na quarta feira, não tem escalação garantida. Eu acho que o Berola já está merecendo uma chance. Tardelli, voltando da excursão que fez com a seleção, está de volta. Espero mais empenho e dedicação dele. Não vem jogando bem. O que a torcida espera dele: Gols. Cárceres também está de volta. Rafael Cruz deve estrear.

Provável Atlético: Fábio Costa; Rafael Cruz, Werley, Cáceres e Leandro; Serginho, João Pedro, Ricardinho e Diego Souza; Diego Tardelli e Neto Berola.

JOGO HISTÓRICO: Atlético e Guarani decidiram uma das semi finas do Campeonato Brasileiro de 1986. Dizem que foi um dos mais desorganizados campeonatos da história. a CBF resolveu juntar as Taças de Ouro, Prata e Bronze (respectivamente séries A, B e C) numa única competição, com nada menos que 80 clubes.

Toda essa confusão, resultou na criação do CLUBE DO 13 no ano seguinte.

Na fase de mata mata, o Galo elimou o Flamengo nas Oitavas de Final, e o Cruzeiro nas Quartas de Final. O Guarani eliminou o Vasco da Gama nas Oitavas e o Bahia nas
Quartas.


O Primeiro jogo foi no dia 15/02/1987, no Mineirão, com um público de 62.510 pagantes, Atlético e Guarani empataram em 0 x 0.

ATLÉTICO: Pereira, Batista, Luizinho, Nelinho, Paulo Roberto Prestes, Elzo, Zenon, Everton (Paulo Isidoro), Edvaldo (Ramon), Renato e Sérgio Araújo. Téc: Hilton Chaves
GUARANI: Sérgio Neri, Gilson Jáder (Fernando), Ricardo Rocha, Tosin, Almir, Marco Antônio, Boiadeiro, Chiquinho Carioca (Catatau), Evair, João Paulo e Tite. Téc: Carlos Gainete.



O Segundo jogo, dia 18\02/1987 no Brinco de Ouro da Princesa, com um público de 35.373 pagantes, o Guarani ganhou do Galo de 2 x 1. Boiadeiro e Evair fizeram para o Bugre e Reinaldo Xavier fez para o Galo. E assim, o Guarani foi fazer a final contra o São Paulo.

ATLÉTICO: Pereira, Batista, Luizinho, Nelinho, Paulo Roberto Prestes, Elzo, Zenon, Paulo Isidoro, Reinaldo Xavier, Renato (Everton) e Sérgio Araújo. Téc: Hilton Chaves.
GUARANI: Sérgio Neri, Fernando, Ricardo Rocha, Tosin, Marco Antônio, Zé Mário, Boiadeiro, Chiquinho Carioca (Catatau), Evair, João Paulo e Tite (Nei). Téc: Carlos Gainete.

CATEGORIAS DE BASE: As categorias de base do Atlético terão um sábado bastante agitado pelo Campeonato Mineiro. A equipe júnior enfrentará o Villa Nova, às 15h, na Cidade do Galo, pela quinta rodada. Já os times infantil e juvenil jogarão contra o Sport, às 13h e 15h30, respectivamente, pela terceira rodada. Os dois jogos serão disputados no campo do adversário, em Juiz de Fora. O time júnior está na liderança de seu grupo, com dez pontos. Até o momento, a equipe alvinegra venceu o Progresso (1 x 0), o Jacutinga (6 x 1) e o Santarritense (4 x 1), e empatou com o Contagem (1 x 1).Na categoria juvenil, o time atleticano venceu os dois jogos disputados, contra o Aymorés (3 x 1) e o Aeroporto de Três Pontas (3 x 0). A equipe infantil também está com 100% de aproveitamento na competição, tendo vencido até o momento o Aymorés (7 x 0) e o Araguaia (6 x 0).

Escalações:
Júnior: indefinida.
Juvenil: Cleysson; Allan, Victor, Igor e Leandro; Acácio, Gustavo, Dodô e Lucas Kattah; Paulo Henrique e Marcos Vinícius. Técnico: Diogo Giacomini.
Infantil: Rodolfo; Igor, Gabriel, Andrei e Pedro; Yago, Juninho, Mucuri e Anderson; Vagner e Zé Alberto. Técnico: Ricardo Resende.
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Cruzeiro x São Paulo - Copa do Brasil 2000


Domingo é dia de São Paulo e Cruzeiro. Um duelo que tem história, e uma história favoravel ao maior de minas, pois temos vantagens nos confrontos. Falar em história do confronto Cruzeiro e São Paulo é falar em Copa do Brasil de 2000. Para muitos, um dos jogos mais emocionantes dos ultimos tempos, ou o mais emocionante. Um jogo com momentos de dramaticidade que culminou com a explosão do mundo azul e a conquista do tri da Copa do Brasil.



Das muitas histórias de jogos inesquecíveis no Mineirão, essa foi especial e até certo ponto preocupante.

Como sempre, meu pai estava comigo. Devo a ele o orgulho de ser cruzeirense. Essa dívida nunca vou conseguir pagar. Imagine como deve ter sido difícil para um pai cruzeirense manter acesa a chama azul numa criança que não sabia nada de futebol, nada da vida, durante os anos 80? Era Reinaldo pra cá, Cerezo pra lá e só título alvinegro. (Graças a Deus os tempos são outros)

Juvenal é cruzeirense fanático, hipertenso, hoje com 70 anos, na época com 60.

O jogo estava realmente muito tenso. Final de Copa do Brasil. Cruzeiro precisando ganhar. Mineirão lotado e o 0 a 0 persistia. Aos 20 minutos o São Paulo faz 1 a 0. Silêncio na arquibancada. Precisávamos fazer 2 gols em 25 minutos. O empate não servia mais.

Substituições no Cruzeiro. Entram Fabio Junior e Müller. Pressão Azul e gol de Fabio Junior, 1 a 1. A festa azul estava só começando.

Aos 45 minutos do segundo tempo em bola mal recuada para Rogério Ceni, Geovane sai atrás do Zagueiro Rogério Pinheiro, mas numa arrancada incrível passa a frente e sofre a falta. Poucos centímetros da grande área. Cartão vermelho para Rogério Pinheiro.

Do momento em que o juíz apitou a falta em Geovane até o chute, Juvenal era só tensão. Apita o juiz, chute baixo, passou pela barreira, gol, explosão azul, todos gritavam e se abraçavam, comemorando aquele que seria o gol do título. Passado aquele momento de explosão, olhei para meu pai. Ele estava branco igual uma cera, respiração ofegante... ele não estava bem.

Ajudei meu companheiro de mineirão a se sentar na arquibancada - na época ainda não tinha as cadeiras - e aos poucos ele foi retomando a respiração normal. Respire, respire, respire... Tudo estava bem. Tudo mesmo, o Juvenal e o Cruzeirão Tri Campeão.

Há muito tempo Juvenal sofre com essa doença. Hipertensão? Não. Essa ele tira de letra. Juvenal é doente pelo Cruzeiro.

Graças a Deus essa doença é hereditária. Eu também sofro dela.

Pra matar a saudade segue reportagem especial sobre esse jogão.

Especialmente ao meu eterno amigo, pai, companheiro e ídolo ..... Juvenal.

Cruzeiro até morrer.


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Brasileirão 2010 - Série A

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